quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

ALSTOM

Fonte : Página Inicial


Durante o terceiro trimestre de 2012/13 (de 1º de outubro a 31 de dezembro de 2012), a Alstom registrou um nível de pedidos de €5,1 bilhões, um aumento de 3% em relação ao mesmo período do ano passado. O setor Transporte teve um desempenho comercial bastante sólido, com pedidos de €1,7 bilhão. Thermal Power recebeu pedidos de €1,6 bilhão durante o terceiro trimestre, com uma menor quantidade de grandes projetos, mas com um fluxo contínuo de contratos pequenos e médios. Por fim, os pedidos de Renewable Power atingiram €0,6 bilhões, uma alta significativa comparada aos dois trimestres anteriores, e Grid registrou pedidos da ordem de €1,1 bilhão. As vendas do Grupo tiveram uma recuperação, e subiram 1% durante o terceiro trimestre de 2012/13.

Para os primeiros nove meses de 2012/13 (de 1º de abril a 31 de dezembro de 2012), a entrada de pedidos na Alstom chegou a €17,2 bilhões, um aumento de 14% em comparação aos nove primeiros meses de 2011/12. O crescimento nos pedidos continuou sendo apoiado por mercados emergentes, representando 48% do total de pedidos no fim de dezembro de 2012, bem como uma demanda robusta em Transporte. As vendas do Grupo atingiram €14,7 bilhões, uma alta de 3% em comparação com os primeiros nove meses de 2011/12.

Em €52 bilhões em 31 de dezembro de 2012, o backlog representou 30 meses de vendas. .[* Os números por Setor são apresentados no Apêndice 1. Uma subdivisão geográfica dos pedidos e vendas registrados pode ser encontrada no Apêndice 2. Todos os números apresentados neste comunicado não foram auditados].

"Em um ambiente que continua desafiador, nós atingimos um sólido terceiro trimestre em 2012/13, com pedidos de €5,1 bilhões, apesar do menor número de grandes projetos em Thermal Power. A demanda continua ativa em mercados emergentes para todos os Setores, enquanto Transporte registrou um grande número de contratos na Europa durante o período. O índice book-to-bill está acima de 1 pelo nono trimestre consecutivo. Graças a nossa atual atividade comercial, esperamos que a entrada de pedidos seja forte no quarto trimestre, com vendas que mantêm a recuperação”, afirmou Patrick Kron, Chairman & CEO da Alstom.

Revisão de Setor:Thermal Power-Durante o terceiro trimestre de 2012/13, Thermal Power registrou pedidos de €1,620 milhões, uma queda de 13% em comparação com o mesmo período do ano passado, em função da falta de contratos turnkey no trimestre. O desempenho comercial de Thermal Power foi suportado pela demanda por novos equipamentos em países emergentes, bem como pela atividade de serviços, incluindo retrofit. Em particular, o Setor registrou três turbinas a gás (1 na Jordânia e 2 na China), além de peças para turbinas a gás na Líbia e um contrato de retrofit para uma usina a carvão na África do Sul. As vendas cresceram 4%, para €2,329 milhões.

Para os nove primeiros meses de 2012/13, a entrada de pedidos de Thermal Power atingiu €6,385 milhões, uma queda de 2% em relação ao mesmo período do ano passado. As vendas ficaram em €6,587 milhões, registrando um aumento de 5% em relação ao ano passado.

Renewable Power-Durante o terceiro trimestre de 2012/13, Renewable Power registrou €616 milhões em novos contratos, o dobro do nível de pedidos registrados no mesmo período do ano passado. A carteira de pedidos do Setor foi impulsionada principalmente por dois projetos hidrelétricos na Colômbia e na Etiópia, com pequenos pedidos registrados também em eólica e hidrelétrica. As vendas somaram €408 milhões no terceiro trimestre de 2012/13, uma alta de 11% em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse aumento deveu-se principalmente às vendas realizadas a grandes projetos hidrelétricos em execução no Brasil.

Durante os nove primeiros meses de 2012/13, os pedidos de Renewable Power caíram 8%, para €1,218 milhão, contra €1,324 milhão no mesmo período do ano passado. O Setor registrou €1,264 milhão de vendas, uma queda de 10% em comparação ao ano passado.

Grid-Durante o terceiro trimestre de 2012/13, Grid atingiu um sólido nível de pedidos, de €1,094 milhão, uma queda de 6% em relação ao alto nível atingido no terceiro trimestre de 2011/12, quando a Alstom registrou um grande contrato HVDC na Suécia. Ao longo do trimestre, o Setor registrou um grande número de contratos de pequeno porte ao redor do mundo. As vendas atingiram €862 milhões no terceiro trimestre, uma queda de 12%. A atividade do Setor foi igualmente afetada por uma base desfavorável de comparação (atividade ocorrida no terceiro trimestre do ano passado para negócios de eletrônica para usinas na Rússia) e por atrasos em projetos decorrentes de clientes (principalmente na Índia).

Durante os nove primeiros meses de 2012/13, os pedidos de Grid somaram €3,274 milhões, uma alta de 8%, enquanto vendas atingiram €2,725 milhões, uma queda de 4% em comparação com o mesmo período do ano passado.

Transporte-Durante o terceiro trimestre de 2012/13, os pedidos registrados por Transporte somaram €1,724 milhão, exibindo outro trimestre forte em termos de atividade comercial. Os principais sucessos incluíram trens regionais na Itália e Alemanha, carros de metrô no Brasil, um contrato de manutenção no Cazaquistão, além de um contrato de modernização nos Estados Unidos. As vendas, de €1,325 milhões, aumentaram 4% em relação ao mesmo período do ano passado.

Durante os primeiros nove meses de 2012/13, os pedidos de Transporte ficaram em €6,306 bilhões, um aumento de 50% em comparação com o mesmo período do ano passado. As vendas chegaram a €4,096 milhões, uma alta de 10% em relação aos nove primeiros meses de 2011/12.

Principais eventos do terceiro trimestre 2012/13-Durante o terceiro trimestre do ano fiscal 2012/13, a Alstom continuou aumentando sua capacidade industrial em países em rápido crescimento e fortalecendo suas novas tecnologias.

No Cazaquistão, a Alstom lançou a primeira locomotiva de carga elétrica para a Kazakh Railways. A Alstom também inaugurou sua recém-construída fábrica de locomotivas em Astana, que é operada pela EKZ, uma joint venture com a KTZ (50% das ações), Alstom e TMH (25% das ações cada). A fábrica terá uma capacidade de até 100 locomotivas por ano.

No Brasil, a Alstom anunciou a montagem de sua primeira fábrica dedicada à produção de torres para turbinas eólicas na América Latina. A nova unidade terá uma capacidade instalada de 120 torres por ano, o que representa em torno de 350 MW. A fábrica deve começar a operar no primeiro semestre de 2013, e já recebeu pedidos para fornecer ao mercado brasileiro. Essa nova fábrica será a segunda unidade de fabricação para o negócio de infraestrutura de geração de energia eólica da Alstom na América Latina.

A Alstom já investiu mais US$40 milhões na empresa americana BrightSource Energy, Inc para reforçar sua parceria com a empresa de energia solar pioneira, líder na tecnologia de torres térmica solares concentradas. Desde o investimento inicial em 2010, a Alstom tem progressivamente aumentado sua participação, e agora detém mais de 20% do capital.

Situação financeira e perspectivas-No início de outubro, o Grupo lançou com sucesso um aumento de capital de €350 milhões através de um book building acelerado, além de uma nova emissão de títulos de €350 milhões. Essas duas transações de financiamento contribuíram para manter a sólida estrutura financeira do Grupo. Com as fortes vendas esperadas para o quarto trimestre, o Grupo deve apresentar um sólido desempenho comercial ao longo do presente ano fiscal. A Alstom confirma sua orientação de três anos e antecipa um fluxo de caixa livre positivo para o segundo semestre do ano fiscal atual. [www.alstom.com.br].

VLT de São Luíz


Fonte : 


A comissão do Ministério Público designada para apurar casos de improbidade administrativa em São Luís solicitou ao município, nesta segunda-feira (21), o procedimento licitatório e os contratos relativos à instalação do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), iniciada em 2012. O prazo para a prestação das informações é de 15 dias úteis.

A comissão recebeu nesta segunda-feira documentos do Ministério Público Federal noticiando uma possível falta de transparência no processo de implantação foram recebidos pela comissão.
Os membros da comissão designada pela procuradora-geral de justiça, Regina Lúcia de Almeida Rocha, também aguardam os documentos relativos ao não pagamento dos salários aos servidores municipais, solicitados em 10 de janeiro. O prazo dado pelos promotores de justiça também foi de 15 dias úteis. Após o recebimento, os documentos serão analisados pela comissão, em conjunto com a Assessoria Técnica da Procuradoria Geral de Justiça.

Os promotores Justino da Silva Guimarães e Valdenir Cavalcante Lima, integrantes da comissão, enviaram nesta segunda-feira, 21, 50 requerimentos às Varas da Fazenda Pública de São Luís, pedindo celeridade no julgamento das ações civis públicas motivadas por atos de improbidade administrativa.

Os requerimentos referem-se a processos que estão há pelo menos seis meses sem movimentação. Ambos estão trabalhando no levantamento e farão requerimentos semelhantes no que se refere a ações penais por improbidade administrativa.

ALSTOM

Fonte : 


Durante o terceiro trimestre de 2012/13 (de 1º de outubro a 31 de dezembro de 2012), a Alstom registrou um nível de pedidos de €5,1 bilhões, um aumento de 3% em relação ao mesmo período do ano passado. O setor Transporte teve um desempenho comercial bastante sólido, com pedidos de €1,7 bilhão. Thermal Power recebeu pedidos de €1,6 bilhão durante o terceiro trimestre, com uma menor quantidade de grandes projetos, mas com um fluxo contínuo de contratos pequenos e médios. Por fim, os pedidos de Renewable Power atingiram €0,6 bilhões, uma alta significativa comparada aos dois trimestres anteriores, e Grid registrou pedidos da ordem de €1,1 bilhão. As vendas do Grupo tiveram uma recuperação, e subiram 1% durante o terceiro trimestre de 2012/13.

Para os primeiros nove meses de 2012/13 (de 1º de abril a 31 de dezembro de 2012), a entrada de pedidos na Alstom chegou a €17,2 bilhões, um aumento de 14% em comparação aos nove primeiros meses de 2011/12. O crescimento nos pedidos continuou sendo apoiado por mercados emergentes, representando 48% do total de pedidos no fim de dezembro de 2012, bem como uma demanda robusta em Transporte. As vendas do Grupo atingiram €14,7 bilhões, uma alta de 3% em comparação com os primeiros nove meses de 2011/12.

Em €52 bilhões em 31 de dezembro de 2012, o backlog representou 30 meses de vendas.

"Em um ambiente que continua desafiador, nós atingimos um sólido terceiro trimestre em 2012/13, com pedidos de €5,1 bilhões, apesar do menor número de grandes projetos em Thermal Power. A demanda continua ativa em mercados emergentes para todos os Setores, enquanto Transporte registrou um grande número de contratos na Europa durante o período. O índice book-to-bill está acima de 1 pelo nono trimestre consecutivo. Graças a nossa atual atividade comercial, esperamos que a entrada de pedidos seja forte no quarto trimestre, com vendas que mantêm a recuperação”, afirmou Patrick Kron, Chairman & CEO da Alstom.

Revisão de Setor

Thermal Power -  Durante o terceiro trimestre de 2012/13, Thermal Power registrou pedidos de €1,620 milhões, uma queda de 13% em comparação com o mesmo período do ano passado, em função da falta de contratos turnkey no trimestre. O desempenho comercial de Thermal Power foi suportado pela demanda por novos equipamentos em países emergentes, bem como pela atividade de serviços, incluindo retrofit. Em particular, o Setor registrou três turbinas a gás (1 na Jordânia e 2 na China), além de peças para turbinas a gás na Líbia e um contrato de retrofit para uma usina a carvão na África do Sul. As vendas cresceram 4%, para €2,329 milhões.

Para os nove primeiros meses de 2012/13, a entrada de pedidos de Thermal Power atingiu €6,385 milhões, uma queda de 2% em relação ao mesmo período do ano passado. As vendas ficaram em €6,587 milhões, registrando um aumento de 5% em relação ao ano passado.

Renewable Power -  Durante o terceiro trimestre de 2012/13, Renewable Power registrou €616 milhões em novos contratos, o dobro do nível de pedidos registrados no mesmo período do ano passado. A carteira de pedidos do Setor foi impulsionada principalmente por dois projetos hidrelétricos na Colômbia e na Etiópia, com pequenos pedidos registrados também em eólica e hidrelétrica. As vendas somaram €408 milhões no terceiro trimestre de 2012/13, uma alta de 11% em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse aumento deveu-se principalmente às vendas realizadas a grandes projetos hidrelétricos em execução no Brasil.

Durante os nove primeiros meses de 2012/13, os pedidos de Renewable Power caíram 8%, para €1,218 milhão, contra €1,324 milhão no mesmo período do ano passado. O Setor registrou €1,264 milhão de vendas, uma queda de 10% em comparação ao ano passado.

Grid - Durante o terceiro trimestre de 2012/13, Grid atingiu um sólido nível de pedidos, de €1,094 milhão, uma queda de 6% em relação ao alto nível atingido no terceiro trimestre de 2011/12, quando a Alstom registrou um grande contrato HVDC na Suécia. Ao longo do trimestre, o Setor registrou um grande número de contratos de pequeno porte ao redor do mundo. As vendas atingiram €862 milhões no terceiro trimestre, uma queda de 12%. A atividade do Setor foi igualmente afetada por uma base desfavorável de comparação (atividade ocorrida no terceiro trimestre do ano passado para negócios de eletrônica para usinas na Rússia) e por atrasos em projetos decorrentes de clientes (principalmente na Índia).

Durante os nove primeiros meses de 2012/13, os pedidos de Grid somaram €3,274 milhões, uma alta de 8%, enquanto vendas atingiram €2,725 milhões, uma queda de 4% em comparação com o mesmo período do ano passado.

Transporte -  Durante o terceiro trimestre de 2012/13, os pedidos registrados por Transporte somaram €1,724 milhão, exibindo outro trimestre forte em termos de atividade comercial. Os principais sucessos incluíram trens regionais na Itália e Alemanha, carros de metrô no Brasil,  um contrato de manutenção no Cazaquistão, além de um contrato de modernização nos Estados Unidos. As vendas, de €1,325 milhões, aumentaram 4% em relação ao mesmo período do ano passado.

Durante os primeiros nove meses de 2012/13, os pedidos de Transporte ficaram em €6,306 bilhões, um aumento de 50% em comparação com o mesmo período do ano passado. As vendas chegaram a €4,096 milhões, uma alta de 10% em relação aos nove primeiros meses de 2011/12.

Principais eventos do terceiro trimestre 2012/13

Durante o terceiro trimestre do ano fiscal 2012/13, a Alstom continuou aumentando sua capacidade industrial em países em rápido crescimento e fortalecendo suas novas tecnologias.

No Cazaquistão, a Alstom lançou a primeira locomotiva de carga elétrica para a Kazakh Railways. A Alstom também inaugurou sua recém-construída fábrica de locomotivas em Astana, que é operada pela EKZ, uma joint venture com a KTZ (50% das ações), Alstom e TMH (25% das ações cada). A fábrica terá uma capacidade de até 100 locomotivas por ano.

No Brasil, a Alstom anunciou a montagem de sua primeira fábrica dedicada à produção de torres para turbinas eólicas na América Latina. A nova unidade terá uma capacidade instalada de 120 torres por ano, o que representa em torno de 350 MW. A fábrica deve começar a operar no primeiro semestre de 2013, e já recebeu pedidos para fornecer ao mercado brasileiro. Essa nova fábrica será a segunda unidade de fabricação para o negócio de infraestrutura de geração de energia eólica da Alstom na América Latina.

A Alstom já investiu mais US$40 milhões na empresa americana BrightSource Energy, Inc para reforçar sua parceria com a empresa de energia solar pioneira, líder na tecnologia de torres térmica solares concentradas. Desde o investimento inicial em 2010, a Alstom tem progressivamente aumentado sua participação, e agora detém mais de 20% do capital.

Situação financeira e perspectivas

No início de outubro, o Grupo lançou com sucesso um aumento de capital de €350 milhões através de um book building  acelerado, além de uma nova emissão de títulos de €350 milhões. Essas duas transações de financiamento contribuíram para manter a sólida estrutura financeira do Grupo. Com as fortes vendas esperadas para o quarto trimestre, o Grupo deve apresentar um sólido desempenho comercial ao longo do presente ano fiscal. A Alstom confirma sua orientação de três anos e antecipa um fluxo de caixa livre positivo para o segundo semestre do ano fiscal atual.

Marina Silva

Certamente quando passar por Alagoas e ir até Maceió deverá estar recebendo o apoio da vereadora Heloísa Helena, pode estar se iniciando a construção de um time vencedor.
eufariassim

Fonte : http://www.jb.com.br/


Na noite desta terça-feira, a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva reuniu-se com apoiadores em São Paulo para discutir a criação de um novo partido político. De acordo com reportagem publicada no jornal Folha de S. Paulo, a terceira colocada na corrida presidencial de 2010 pelo Partido Verde, com quase 20 milhões de votos, foi recebida por cerca de 350 pessoas em auditório na Zona Oeste da cidade aos gritos de "Marina presidente".

O encontro foi organizado pelo Movimento por uma Nova Política, que surgiu quando Marina deixou o PV, em 2011.

No evento, segundo a publicação, Marina afirmou que não fará concessões para receber em sua nova sigla lideranças partidárias que não se alinhem com o ideário do movimento que a apoia. O nome e o programa da legenda ainda não foram definidos.

Para que o partido participe da disputa de 2014 será preciso reunir 500 mil assinaturas até outubro. No encontro, Marina esteve ao lado de apoiadores como o empresário Guilherme Leal, que foi vice em sua chapa em 2010, o vereador Ricardo Young (PPS), João Paulo Capobianco e o deputado Walter Feldman (PSDB).

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

ALSTOM / CAF- CBTU de Belo Horizonte

Fonte :  IMPRENSA CBTU BELO HORIZONTE


Representantes da CBTU e do consórcio CAF-Alstom estiveram reunidos para acertar detalhes do contrato de fornecimento dos dez novos trens que vão ampliar a capacidade de transporte da CBTU Belo Horizonte. O contrato passa de R$ 171,9 milhões e a entrega do primeiro trem está prevista para o segundo semestre de 2014.

O chefe de projetos da CAF, o espanhol Asier Berzosa, destacou que há a possibilidade de antecipação da entrega, em até três meses, dentro do prazo previsto no contrato, desde que não ocorram grandes modificações no projeto do trem fornecido para a Superintendência de Recife.

Segundo Asier Berzosa, a CBTU está adquirindo o que há de mais moderno no mercado ferroviário e a entrega antecipada será um desafio para o consórcio, mas que a indústria nacional tem todas as condições de cumprir. “Agora, é arregaçar as mangas e trabalhar pesado, contando sempre com a rapidez da equipe da CBTU nas avaliações durante a produção”, conclui.

Apesar de ser espanhol, o consórcio possui fábrica em São Paulo, facilitando o contato entre a CBTU em Belo Horizonte e a CAF-Alstom. Equipamentos como os truques ficarão a cargo da CAF Espanha, já que o sistema ATC será fabricado pela Alstom, em São Paulo, e a construção estrutural e montagem geral serão realizadas na nova fábrica da CAF, em Hortolândia. O analista técnico e gestor do contrato pela CBTU, Rossinélio Fonte, destacou que o processo mobilizou diferentes áreas da CBTU e demandou esforços dos campos técnico e político. Enfatizou ainda o fato de que os trens serão fabricados no Brasil e com pelo menos 60% de componentes nacionais, gerando um estímulo à indústria nacional e facilitando o processo de manutenção das composições e a nacionalização de componentes. Durante a reunião, o fiscal do contrato, Francisco Lopes, pontuou as principais necessidades da Companhia e avaliou como favoráveis os primeiros contatos com a CAF. “Essa abertura de diálogo é favorável para que consigamos sucesso neste cronograma, nosso encontro foi muito positivo”.

Os novos trens da CBTU em Belo Horizonte terão ar condicionado automatizado, monitor de CFTV (Circuito Fechado de Televisão), revestimento resistente ao fogo, baterias com capacidade para manter o sistema elétrico de segurança em funcionamento por, no mínimo, cinco horas, dispositivos de comunicação multimídia, sistema eletrônico de monitoramento, sistema de comunicação móvel de voz e dados, frenagem automática em emergências, sistemas sonoros de emissão de mensagens pré-gravadas, entre outras comodidades que vão facilitar o dia a dia dos usuários e garantir a segurança da operação comercial.

Embarque facilidado:

No que tange à acessibilidade, as composições receberão piso antiderrapante, assentos preferenciais, banco para obesos e portas com rampa retrátil que facilitarão o embarque e desembarque de cadeirantes e de pessoas com mobilidade reduzida.

Trens Regionais


Fonte: 


Enquanto estuda concessões federais de aeroportos, rodovias e ferrovias, a CCR - especializada em infraestrutura - iniciou estudos para entrar em projetos bilionários do setor no Estado de São Paulo. Os planos da companhia, controlada por Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Soares Penido, incluem rodovias estaduais e o ambicioso plano de ferrovias de passageiros entre cidades. As estradas de ferro, que demandarão quase R$ 20 bilhões, ligam diferentes municípios, como São Paulo e Campinas, e são acompanhadas de perto pelo poder público e por empresas do setor.

Os chamados "trens regionais" percorrerão 430 quilômetros de trilhos, que serão construídos e operados por meio de parceira público-privada (PPP). Do desembolso total, R$ 12,5 bilhões virão da iniciativa privada e R$ 6 bilhões, do poder público. Também já manifestou interesse no projeto a Estação da Luz Participações (EDLP), do empresário Guilherme Quintella e o sócio BTG Pactual. O Estado ainda não publicou o chamamento público para manifestações de interesse - o que deve ocorrer ainda nesta semana.

Em entrevista ao Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor, o presidente da CCR, Renato Vale, disse que a companhia também tem interesse em mais linhas do metrô paulistano. Em especial, nas linhas 6 e 20, cujos editais estão às vésperas da publicação. A empresa já controla a Linha 4-Amarela, que sofre com superlotação no horário do rush. "Demanda em São Paulo não é um problema", afirmou.

Além dos projetos na capital paulista, a companhia acompanha oportunidades de mobilidade urbana em Salvador e no Rio. "Existe muita coisa em infraestrutura, o que, se acontecer, vai ocasionar um desafio de demanda. Vai ter muito consumo de energia, cimento, aço, asfalto, gente... Mas achamos que é por aí mesmo".

A CCR também já começou a se preparar para os polpudos contratos de concessões federais. Entre eles, os aeroportos de Galeão (RJ) e Confins (MG), que já tiveram concessão anunciada pela presidente Dilma Rousseff e demandam investimentos totais de R$ 11,4 bilhões. "Estudamos os dois", informou o executivo.

A companhia está em busca de uma nova parceira internacional, pois a suíça Flughafen Zürich, que participou com a brasileira na última rodada aeroportuária, não tem qualificação suficiente para disputar o próximo leilão - de acordo com as exigências anunciadas pelo governo, a operadora suíça não tem o número mínimo exigido de passageiros movimentados ao ano, estabelecido em 35 milhões. Vale disse que não é permitido que a CCR seja a única operadora do consórcio, mas que ela ainda pode integrar a sociedade. "Estamos procurando [outros] parceiros, com conversas avançadas", afirmou.

A companhia ainda dedica atenção às nove licitações federais deste ano no setor rodoviário - com investimento total de R$ 42 bilhões, sendo R$ 23,5 bilhões nos cinco primeiros anos de contrato. Os estudos internos da CCR sobre os dois primeiros empreendimentos a serem leiloados, as BRs 040 e 116, serão fechados na próxima semana. "Vamos estudar todos. Por enquanto, estamos sozinhos, mas abertos a sociedades", disse.

Apesar da quantidade de oportunidades, o presidente afirmou que há capital disponível para os investimentos e que aquisições não estão descartadas. "Em logística, estamos há três ou quatro anos tentando identificar uma oportunidade clara nesse sentido. Ainda não identificamos, mas infraestrutura é assim mesmo, um negócio a longo prazo".

Se considerados apenas os negócios atuais, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) deve dobrar até 2016, para um número entre R$ 5,5 bilhões e R$ 6,5 bilhões. Os investimentos devem se manter acima de R$ 1 bilhão ao ano, levando em conta desembolsos para a concessão viária Transolímpica, no Rio, e a compra de 15 trens para a linha do metrô paulistano, controlada pela companhia.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Pré Sal

Esperamos também que estejamos também ao lado dos países com os melhores índices de qualidade de vida dos cidadãos, senão toda esse trabalho, sorte, terão sido em vão.
eufariassim


O Brasil estará em condições de exportar 1,5 milhão de barris de petróleo diários daqui a uma década, disse nesta quinta-feira (17) Magda Chambriard, diretora da Agência Nacional de Petróleo (ANP).

O país conseguirá multiplicar sua produção graças às milionárias reservas descobertas nos últimos anos a cerca de 6 km abaixo do assoalho marinho, conhecidas como "pré-sal", disse.

"Se tudo acontecer conforme o planejado e conforme o desenvolvimento pretendido com o pré-sal, nos próximos 10 anos seremos capazes de exportar 1,5 milhão de barris por dia", disse a diretora, segundo declarações reproduzidas pela Agência Brasil (estatal).

Esses números colocariam o Brasil ao lado de grandes exportadores como a Noruega, acrescentou Chambriard. Graças a suas gigantescas reservas em águas ultraprofundas, o Brasil espera elevar sua produção a cinco milhões de barris diários.

Petrobras
E parece que todo o setor está em expansão. A Petrobras atingiu, neste mês, recorde de processamento de petróleo nas suas refinarias. A carga refinada foi de 2,111 milhões de barris, volume cerca de 10 mil barris/dia superior ao recorde anterior, ocorrido em 12 de agosto de 2012.

A marca foi alcançada respeitando as diretrizes de confiabilidade operacional das instalações, bem como os princípios de Segurança, Meio Ambiente e Saúde. O resultado atingido contribui para a redução da importação de derivados.