quinta-feira, 18 de abril de 2013

Portos - Medida Provisória 595

Fonte: Valor Econômico, Por Fernanda Pires


A falta de consenso em Brasília sobre o relatório da Medida Provisória 595, a MP dos Portos, a quase um mês de ela expirar levou a indústria a clamar pela aprovação do novo marco regulatório.
A Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústria de Base (Abdib) divulgará nesta sexta-feira uma nota defendendo a aprovação “já” da MP 595, cuja validade vai até o dia 16 de maio.
Depois de passar por comissão, o texto tem ainda de ir pelos plenários da Câmara e do Senado. Para os parlamentares, inclusive os da base aliada, não dará tempo.
A MP 595 quebra as barreiras de entrada no setor, facilitando a proliferação de terminais privados, que não precisam passar por licitação. Hoje a maior parte do comércio exterior brasileiro é feita pelos portos públicos, onde os serviços de movimentação e armazenagem de cargas é arrendado à iniciativa privada via licitação, por até 25 anos renováveis pelo mesmo período.
O Palácio do Planalto resiste às alterações propostas pelo relator, senador Eduardo Braga (PMDB-AM). O texto original de Braga agradou ao empresariado ao acolher mudanças. Com a manifestação do Planalto, porém, ele prepara uma nova versão.
Segundo a Abdib, a MP 595 “foi motivada pela imperiosa necessidade de preparar a restrita infraestrutura portuária para o desejado crescimento do comércio internacional do Brasil”. A associação lembra que a participação brasileira no fluxo total de importação e exportação mantém-se quase inalterada, por volta de 1,2% do total de comércio global, “já há algumas décadas”.
E sustenta que as negociações realizadas após a publicação da medida provisória, em 7 de dezembro, deram chance para contemplar pleitos dos diversos setores.
“O Brasil demanda urgentemente de avanços significativos na infraestrutura portuária, razão pela qual a aprovação da MP 595 é necessária. Há novos polos de produção, cada vez mais distribuídos pelos diversos estados brasileiros, espalhando a geração de riquezas e as oportunidades por todo o país – e isso exige o estabelecimento de novas rotas terrestres e terminais marítimos”.

VLT de Cuiabá


Um dos vagões do VLT de Cuiabá, que está sendo fabricado na Espanha

Dois dos 40 carros que compõem o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Cuiabá devem chegar à Capital em julho deste ano, segundo informações da Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo (Secopa).

Formados por sete módulos cada um e com capacidade para transportar até 400 passageiros por carro, os veículos estão sendo construídos na Espanha e começam a ser enviados para o Brasil ainda em maio próximo.

De acordo com o engenheiro Felipe Nascimento, da Secopa, oito dos 40 veículos já estão em fase adiantada ou concluídos nas empresas da CAF (que compõem o Consórcio VLT Cuiabá, responsável pela execução da obra).
"Oito conjuntos de caixas, entre cabines, suspensas e motores, já estão sendo concluídas e eles estão começando a construir a nona unidade"
Além disso, sete conjuntos de trucks (parte rodante que compõe a base do VLT) já estão sendo construídos no país.

“Oito conjuntos de caixas, entre cabines, suspensas e motores, já estão sendo concluídas e eles estão começando a construir a nona unidade”, disse Nascimento.

O engenheiro esteve na Espanha visitando os centros de produção e acabamento dos veículos para verificar se o cronograma está sendo cumprido pela empresa e se os carros já prontos atendem ao Plano de Qualidade.

“O primeiro conjunto de trucks do VLT já está montado e algumas caixas [vagões sem a parte rodante] já estão passando por pinturas de proteção, instalação de portas automáticas, poltronas e janelas com vidros escurecidos, devido aos fortes raios solares que temos em Cuiabá”, disse.

Segundo o engenheiro, a principal preocupação da Secopa quanto à construção do VLT na Espanha se tratava da potência do ar-condicionado a ser instalados nos vagões, uma vez que há diferença de clima entre a Capital de Mato Grosso e as cidades da Espanha.

“Acompanhei o teste do ar-condicionado em uma sala com temperatura ambiente de 48º C para simular, com um pouquinho de excesso, o calor de Cuiabá e tudo correu bem, inclusive com simulação de vários problemas ou falhas que poderiam ocorrer no funcionamento do aparelho. Se trata do maior e mais potente ar-condicionado já fabricado pela empresa e um dos aparelhos já está instalado sobre uma das caixas do VLT”, afirmou.

Felipe Nascimento acompanhou, ainda, a operação de VLTs construídos pela CAF nas cidades de Zaragoza e Sevilla.

Cronograma de entrega


Os trens começam a ser enviados para Cuiabá em maio deste ano e demoram até 90 dias para concluir todo o translado, segundo o secretário da Copa, Maurício Guimarães.

"Todo o cronograma está sendo cumprido e os últimos carros saem em janeiro da Espanha, chegando a Cuiabá até março de 2014"
De acordo com o cronograma apresentado pela pasta, dois veículos estrão prontos para ser enviados já no próximo mês; três no mês de junho; quatro veículos em julho; quatro veículos no mês de agosto; seis veículos em setembro; oito trens em outubro; seis unidades em novembro; quatro veículos em dezembro e os últimos três carros em janeiro de 2014.

“Todo o cronograma está sendo cumprido e os últimos carros saem em janeiro da Espanha, chegando a Cuiabá até março de 2014. A obra física será entregue em março também, pronta para passar pelas operações de teste”, disse Guimarães.

O secretário da Secopa salientou ainda que as fábricas da CAF na Espanha estão se dedicando exclusivamente à construção do VLT de Cuiabá e que outras viagens já estão agendadas para os próximos meses, a fim de verificar não somente o andamento de construção dos veículos, como também dos trilhos.

“Os trilhos já estão em execução na França, Canadá, Polônia e Alemanha e também serão vistoriados e entregues dentro do prazo. Não trabalhamos com outros prazos além daqueles já divulgados”, afirmou o secretário.

Característicos do VLT


Os veículos do VLT de Cuiabá serão bidirecionais, com cabines de condução localizadas em ambas as extremidades, bem como funcionarão com velocidade contínua de 60 km/h, por até 20 horas por dia.

Cada veículo terá aproximadamente 44 metros de comprimento, com largura de 2,40 metros e altura aproximada de 3,60 metros.

Constituído de dois eixos, CPA-Aeroporto e Coxipó-Centro, o modal será implantado nos canteiros centrais das principais avenidas de Cuiabá e Várzea Grande: Historiador Rubens de Mendonça (Avenida do CPA), FEB, XV de Novembro, Tenente-Coronel Duarte (Prainha), Coronel Escolástico e Fernando Corrêa da Costa.

O VLT contará com três terminais de integração e 33 estações de embarque e desembarque, com distância média de 600 metros entre um ponto e outro.

Além de implantar o modal e construir os veículos, entregando-os prontos para operação, o Consórcio VLT Cuiabá será responsável também pela edificação de obras de arte ao longo dos 22,2 km de trajeto do VLT, sendo cinco viadutos, quatro trincheiras e três pontes.

Operação


O secretário Maurício Guimarães afirmou que todos os detalhes referentes à operação e custo da passagem do VLT serão definidos e divulgados ao longo dos próximos 60 dias. “Mas não teremos valores maiores que aqueles já praticados hoje na cidade”, afirmou. 


Confira abaixo o cronograma divulgado pela Secopa de envio dos vagões do VLT da Espanha para Cuiabá:

Divulgação

Veja reportagem no link abaixo:

http://www.midianews.com.br/conteudo.php?sid=14&cid=156490

quarta-feira, 17 de abril de 2013

CAF - VLT

Source: http://www.railway-technology.com/

Centro- CAF- Midland Metro
mage: The Midland Metro platform extension will help in accommodating new fleet of bigger trams from CAF scheduled to arrive in autumn 2013. Photo: courtesy of Centro.


Centro, the West Midland transport authority in the UK, has reopened the Midland Metro after a two-week closure to carry out work on a £128m project to extend and modernise the tram system.
Work under the project includes the extension of all platforms by 100mm on the Metro line between Wolverhampton and Birmingham Snow Hill to accommodate a fleet of larger trams that are planned to be introduced.
Centro previously ordered a fleet of larger trams at a cost of £40m, which are scheduled to arrive in autumn 2013.
Spanish tram manufacturer Construcciones y Auxiliar de Ferrocariles (CAF) won a contract from Centro in February 2012 to build and supply 25 Urbos 3 trams.
According to Centro, the extension of the platforms will enable both the old and new trams to operate along the route.
Centro Metro programme director Paul Griffiths said the extension will increase capacity for passengers in the region.
"This is a major step forward for this project and paves the way for the arrival of the new, bigger trams which passengers will start seeing on tracks next year," Griffiths said.
"Work under the project includes the extension of all platforms by 100mm on the Metro line between Wolverhampton and Birmingham Snow Hill."
The new fleet of trams is expected to allow Centro to increase the system's frequency to ten trams an hour throughout the day.
Starting from 2014, the new trams will start operations on the existing route from Snow Hill to Wolverhampton, while the new route from Birmingham Snow Hill to Birmingham New Street station will be operational in 2015.
CAF started manufacturing the 25 new Urbos 3 trams in October 2012, which will replace the existing fleet of 16 Ansaldo Trasporti trams to meet an expected rise in passenger demand following the opening of the 1.3km extension.
Production of the trams is being carried out at CAF's Zaragoza plant in Spain; the trams will be 33m long, compared to the 24m trams currently operating on the line.
Each Urbos 3 air-conditioned tram will have five sections that together can accommodate around 200 passengers, compared to the 156-passenger capacity of the current trams.


Invensys Rail


Watford Junction
Image: Invensys Rail will renew signalling, control system, power and cabling at Watford Junction station. Photo: courtesy of Sunil060902.

Invensys Rail has secured two new signalling contracts in Reading and Watford, UK, as part of Network Rail's signalling framework agreements.
The contracts will include the re-signalling of Watford Junction station, as well as the re-locking and immunisation of old signalling equipment, interlockings and control systems around Reading station.
The £33.5m Watford Junction contract includes renewing signalling, control system, power and cabling and supporting the track remodelling programme.
Work under the contract involves overhauling 143 signalling equivalent units (SEUs), as well as other non-SEU work, which is expected to start in December 2014.
The company will also supply its Westlock computer-based interlocking and Westcad control centre display technology.
Under the $19.4m Reading contract, the company will cover 117 SEUs, while the re-locking is expected to start in July 2014.
Invensys will be the principal contractor for both the contracts and will be responsible for the design, supply, installation, testing and commissioning of the projects.
"The £33.5m Watford Junction contract includes renewing signalling, control system, power and cabling and supporting the track remodelling programme."
The company's UK-based framework subcontractors will supply telecoms, civil structures, permanent way and electrification, as well as power work as needed on each project.
Invensys Rail vice president of commercial William Wilson said that the two contracts are the first to be won by the company under the Network Rail signalling framework agreements.
"We are now looking forward to working closely with our colleagues at Network Rail and our contractor partners to deliver high-quality projects safely and efficiently," Wilson said.
In 2012, Network Rail signed a framework agreement with Signalling Solutions, Invensys Rail, Infrasig and Ansaldo for the development and design of a European-standard signalling system to be deployed throughout the rail network in the UK.

Bombardier - Canadá

Source: http://www.railway-technology.com/

Sunrail
Image: Bombardier will deliver a fleet of 20 BiLevel commuter rail cars from spring 2013 for the SunRail commuter rail project. Photo: courtesy of SunRail.


Canadian rail manufacturer Bombardier has won a $195m contract from the Florida Department of Transportation (FDOT) in the US to provide operations and maintenance services for theSunRail commuter project in Orlando, Florida.
Under the ten-year service deal, Bombardier will be responsible for operations, dispatching, fleet and track maintenance, customer service, station platform and facility maintenance, as well as material supply.
Work under the deal is expected to commence in the coming months, while operations and maintenance responsibilities would begin in spring 2014, when the first phase of SunRail will start running from DeBary to Sand Lake Road, south of Orlando.
"Bombardier will be responsible for operations, dispatching, fleet and track maintenance, customer service, station platform and facility maintenance, as well as material supply."
Bombardier will start delivering a fleet of 20 BiLevel commuter rail carsfor the project in spring 2013.
The new trains are part of a $41m order secured by Bombardier from FDOT in July 2011, which also included an option to order up to 46 additional vehicles.
The new BiLevel rail cars provide 70% more capacity than single-level coaches, and generate between 15% and 30% overall savings in operational costs.
Construction of the SunRail commuter rail line started in January 2012 and the 50km first phase will have 12 stations, while the 48km second phase will serve five additional stations, north to DeLand and south to Poinciana.
SunRail will be Florida's second commuter rail system after Miami's Tri-Rail; the entire project is expected to be completed by 2016.





Metrominas

Fonte: Metrominas

Nova Rede de Metrô

A nova rede de metrô contará com a expansão da linha atual (linha 1) no sentido oeste até o bairro Novo Eldorado, em Contagem, além da implantação de duas novas linhas que se conectarão à linha 1.

A linha 2 será construída a partir da linha 1 entre as estações Calafate e Gameleira e irá em direção à região do Barreiro. Para o entroncamento das duas linhas será construída a estação Nova Suíça.

A linha 3 será construída a partir da linha 1, estação Lagoinha, e irá em direção à Savassi, passando pela praça 7 de Setembro.


AMPLIAÇÕES
O metrô terá sua capacidade ampliada e atingirá novas regiões. 




Metrô de Belo Horizonte

Fonte: 

O governador Antônio Anastasia (PSDB) assinou nesta terça-feira contrato com a Caixa Econômica Federal no valor de R$ 52,8 milhões para a contratação de estudos e projetos de engenharia para viabilizar as obras do metrô de BH. Os recursos para a obra, que faz parte do PAC Mobilidade Grandes Cidades do governo federal, serão usados nos projetos de engenharia para a ampliação das três linhas do transporte com trens. A assinatura do contrato ocorreu com a presença do ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro; do presidente da Caixa, Jorge Hereda; do secretário de Obras Públicas, Carlos Melles e o presidente da Metrominas, Fabrício Sampaio.

O projeto que prevê a expansão do metrô está avaliado em R$ 3,1 bilhões e foi anunciado pela presidente Dilma, juntamente com o governador Antônio Anastasia e o prefeito Marcio Lacerda (PSB), na sede da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) em abril do ano passado. Sendo destinados para as obras R$ 1 bilhão do Orçamento Geral da União, R$ 878 milhões financiados junto ao BNDES e R$ 1,2 bilhão repassados pelo governo estadual e prefeitura, valor contratado por meio da modalidade parceria publico privada (PPP).

Conforme o presidente da Metrominas, a previsão é que no início do ano que vem as obras devem ser iniciadas. Segundo o secretário de Transportes e Obras Públicas, Carlos Melles, dentro de alguns meses os projetos devem estar prontos. “Nós já demos as ordens para a contratação dos projetos. Agora chegaram os recursos. Dentro de alguns meses nós teremos os projetos prontos”, disse.

Os recursos serão empenhados para a melhoria e reforma da Linha 1 (Vilarinho/Eldorado) – acréscimo de 1,7 quilômetro no sentido Contagem – construção da Linha 2, que ligará a região do Barreiro à estação do Calafate – extensão de 10,5 quilômetros e seis estações – e construção da Linha 3, que ligará a Savassi à estação da Lagoinha – extensão de 4,5 quilômetros e cinco estações. Assim que estiverem concluídas, o volume de passageiros transportados será elevado de 200 mil por dia, para 900 mil. Com 12 novas estações a extensão dos trilhos chegará a 44 km.