sexta-feira, 19 de abril de 2013
VLT de Goiânia
Fonte: DM.com.br
DANILO BOAVENTURA
Para o deputado, VLT é inviável
O deputado estadual Bruno Peixoto (PMDB) disse nesta quinta-feira (18), durante a discussão do projeto nº 937/13 que pede a aprovação orçamentária de R$ 805 milhões para a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na Grande Goiânia, que a CELG não dispõe de infraestrutura necessária para abastecer o meio de transporte.
Segundo Peixoto, o presidente da companhia energética goiana teria o informado que não existem estudos para avaliar a viabilidade de suporte energético para o VLT. Ele me informou que para “construir ou ampliar uma subestação, levaria muito tempo. O Governo tenta passar o carro à frente dos bois. Não há projeto de viabilidade elétrica, que é o combustível do VLT", reclama.
quinta-feira, 18 de abril de 2013
VLT de Santos
Fonte: 
As obras do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) devem começam no próximo mês, mas muitas dúvidas ainda rondam a população da Região. Algumas delas foram esclarecidas durante a apresentação do projeto, ontem, no auditório da Associação Comercial de Santos.
Após a equipe da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos do Estado de São Paulo (EMTU) explicar detalhes do Sistema Integrado Metropolitano (SIM), do qual o VLT faz parte, os munícipes tentaram esclarecer alguns pontos do projeto.
Entre os questionamentos estavam por onde o VLT irá passar, quais propriedades terão que ser desapropriadas, como ficará o tráfego de veículos em vias estreitas como a Rua Amador Bueno e a Rua do Comércio, no Centro de Santos, entre outros.
A primeira parte do projeto, chamada de Lote 1, sai da Ponte dos Barreiros e segue até a Avenida Conselheiro Nébias. Segundo o gerente regional da EMTU, Rogério Plácido das Neves, todas as questões que envolvem este trecho já estão resolvidas. “O início das obras se dará após a conclusão do projeto executivo, que deve estar pronto entre final de abril e início de maio”, explica.
Neste trecho, a dúvida apresentada foi se a atual Ponte dos Barreiros suportaria a passagem do VLT. “Já foi feita uma avaliação da área e a ponte deve ser refeita”, explicou o Matheus Tagé / DL gerente de sistemas da EMTU, Carlos Romão Martins.
Já o Lote 2, segunda parte do projeto, abrange dois trechos: Conselheiro Nébias/Valongo e Conselheiro Nébias/Porto. Segundo a equipe da EMTU, as obras desta parte do projeto aguardam licença prévia e começam em junho deste ano.
No trecho Conselheiro/Valongo as dúvidas foram sobre as desapropriações e de como ficará o tráfego nas vias por onde passará o VLT. “Ainda não temos um número exato de desapropriações, mas serão poucas”, explicou Neves. Já quanto ao tráfego, a equipe da empresa explicou que a via será compartilhada, ou seja, os veículos poderão utilizar o espaço da linha do VLT, assim como funcionada com o Bonde Turístico.
Infraestrutura
Fonte: 
Há décadas que especialistas em infraestrutura vêm alertando para os gargalos gerados pelas rodovias, ferrovias, portos e aeroportos brasileiros, sem que nada de concreto fosse feito, a não ser algumas medidas paliativas para evitar o total sucateamento do sistema. Nesse sentido, recente estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Supply Chain (Inbrasc) mostra que, dos 200 grupos ligados à cadeia de fornecimento entrevistados, 72% economizariam até R$ 2 milhões por ano caso houvesse melhoria da infraestrutura local.
O caos para embarcar a safra de soja proveniente, principalmente, do Centro-Oeste do país é um dos exemplos de como o sistema logístico deteriorou nos últimos anos. Além das quilométricas filas nos portos de Santos, em São Paulo, e Paranaguá, no Paraná, o que se registrou nas últimas semanas foi o cancelamento de pedidos por parte de países importadores, já que os prazos para entrega da carga foram em muito ultrapassados, gerando prejuízos ao produtor.
O diretor de Marketing do Inbrasc, Henrique Gasperoni, fez um alerta sobre a realidade detectada na pesquisa da entidade, que reflete o que vem ocorrendo em todos os estados brasileiros. "A infraestrutura precisa de melhorias em todo o país. O que pode ser diferente entre as regiões é o tipo de problema em cada modal, mas os custos altos para trafegar são vistos no Brasil inteiro", observou.
Em Minas Gerais, o grande entrave em relação à logística é o baixo, ou nenhum, investimento em modais alternativos de transporte para reduzir o fluxo de veículos nas nossas estradas, que estão em situação cada vez mais precária. O projeto para a hidrovia do São Francisco, ligando Pirapora, no Norte de Minas, aos portos baianos, é um exemplo disso, já que, sem vultosos investimentos, poderia escoar a produção do Norte, Mucuri e Jequitinhonha para o Nordeste brasileiro, e vice-versa.
A pesquisa indica que o modal que apresenta menos problemas freqüentes no país é o ferroviário. Para se ter uma ideia, 58% dos entrevistados disseram nunca ter passado por problemas de transporte via ferrovias. Mas há que se ressaltar que, quando se trata de Minas Gerais, elas estão sobrecarregadas. E com o sistema concentrado nas mãos de poucos grupos, quase nenhum espaço sobra para as cargas de terceiros.
O que se espera é que os recentes projetos anunciados, com pompa, pelo governo federal para melhorar a infraestrutura logística do país, com ênfase em rodovias e ferrovias, saiam da gaveta dos órgãos burocráticos de Brasília e possam, enfim, tornar-se realidade.
Thales - Monotrilho de Manaus
Fonte: 
A Thales foi escolhida pelo consórcio Monotrilho Manaus, formado por CR Almeida, Mendes Junior e, Serveng-Civilsan, para fornecer os sistemas de telecomunicações do monotrilho de Manaus. Os sistemas incluem transmissão de dados, comunicação fixa, monitoração eletrônica, multimídia através da plataforma Advanced Passenger Information System (APIS), comunicações móveis de voz e dados, gerenciamento de alarme centralizado, painel (vídeo wall) para o Centro de Controle Operacional (CCO) e equipamentos para o controle local das estações.
Esse é o terceiro contrato da empresa no Brasil. A empresa fornecerá para o monotrilho de Manaus e para o da Linha 17-Ouro de São Paulo o sistema de sinalização SelTrac CBTC - Communications-Based Train Control. Nos dois sistemas, a condução dos monotrilhos será automática (driverless).
As tecnologias para Manaus serão fornecidas a partir dos centros internacionais de competência de Portugal e Toronto, no Canadá, em parceria com a Omnisys, subsidiária brasileira do grupo Thales.
“A tecnologia da Thales garante ao projeto uma infraestrutura de comunicações que suporta as aplicações operacionais, administrativa e de manutenção necessárias à operação do monotrilho, assegurando a confiabilidade, redundância, alta disponibilidade e segurança das estações, pátios e do restante das instalações operacionais”, explica Thomaz Aquino, Diretor de Transportes da Thales no Brasil.
Lilee Systems / Alstom
Source: http://www.railway-technology.com/
Lilee Systems and Alstom have jointly unveiled a new suite of interoperable positive train control (PTC) products for rail lines.
The companies are launching the new systems at the third annual PTC World Congress currently being held in Orlando, Florida, and the suite is being made immediately available to operators in the US and Canada.
The new system is intended to help US freight and passenger rail operators meet the federal deadline of installing PTC technology by 31 December 2015.
According to Alstom, the companies have leveraged their respective expertise to develop an interoperable train control (ITC) system to provide the rail industry a wayside interface unit (WIU) with systems management agent (SMA) functionality.
"The new system is intended to help US freight and passenger rail operators meet the federal deadline of installing PTC technology by 31 December 2015."
The joint PTC system is built on Alstom's microWIU and addresses two fundamental issues, safety and smart management of wayside signalling and train control equipment.
By combining microWIU with SMA, systems management service (SMS) and systems management gateway (SMG) capabilities, the PTC suite will help enhance and simplify management of railroads' ITC devices.
The joint solution will also enable rail system operators to monitor, configure, control, secure and update their train control equipment and assets using a fully-integrated communications network.
Lilee Systems CEO Jia-Ru Li said: "By combining [Alstom's] proven microWIU wayside interface unit with our WMS-2000 communications and asset management framework, we are reducing the complexity of our customers' freight and commuter rail PTC implementations."
Bombardier
Source: http://www.railway-technology.com/
Image: Bombardier's Cityflo 350 will be installed on the Line 6 extension from Central Secretariat to Kashmere Gate and from Badarpur to YMCA Chowk, as well as on the extension of Line 5, which will run from Mundka to City Park. Photo: courtesy of Bombardier.
Bombardier Transportation has secured a new Rs2.5bn ($47m) order from Delhi Metro Rail Corporation (DMRC) in India to deliver the Cityflo 350 integrated train control and signalling system for two extensions of the Delhi Metro.
The extensions of lines 5 and 6 are part of the third phase of Delhi's metro expansion plan to further improve passenger transportation in the city.
The new deal will increase the reach of the two metro lines, which have been equipped with Bombardier's Cityflo 350 technology since they opened in 2010.
Under the new deal, Bombardier will be responsible for the design, supply and commissioning of the integrated signalling and train control technology, including trackside and onboard equipment.
"The extensions of lines 5 and 6 are part of the third phase of Delhi's metro expansion plan to further improve passenger transportation in the city."
The extension of the lines will add 35km of double track line and 23 stations to the Delhi Metro, with scheduled completion in 2016.
Bombardier's Cityflo 350 system will be equipped on the 9.4km northern extension of Line 6 from Central Secretariat to Kashmere Gate and the 14km southern extension from Badarpur to YMCA Chowk in the city of Faridabad.
The technology will also be installed on the 11km western extension of Line 5 from Mundka to Bahadurgarh City Park.
The Cityflo 350 system includes onboard automatic train protection(ATP) and automatic train operation (ATO), and displays both ATP and ATO information in the driver's cab.
Track-to-train communication operates through audio frequency track circuits and the system is mainly designed for metro applications, requiring limited action from the train driver.
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