segunda-feira, 29 de abril de 2013

Há vagas. Falta mão de obra

Esse item se junta a outros, tais como definição das prioridades, falta de visão de longo prazo pelos orgãos governamentais e assim por diante, fazendo com que continuemos a ser o país do futuro, enquanto no presente.....
eufariassim

Fonte: Jornal O Globo
Por Roberta Scrivano

Com o emprego batendo recorde no país e os gargalos da educação, as empresas têm encontrado cada vez mais dificuldade na hora de contratar. Pesquisa feita pela Fundação Dom Cabral com 130 executivos de empresas de grande porte em todo o país revelou que 92% deles têm dificuldades para empregar trabalhadores preparados para os cargos que oferecem. Entre os principais obstáculos citados na pesquisa, realizada no ano passado, 81% das respostas mencionaram a escassez de profissionais capacitados; 49% citaram a falta de experiência na função; e 42% reclamaram da deficiência na formação básica.
Nesta quinta-feira (25), o IBGE informou que o desemprego nas seis maiores regiões metropolitanas do país ficou em 5,7% em março, o melhor resultado para esse mês desde o início da atual pesquisa, em 2002.
 
- Diante deste cenário, as empresas acabam fazendo concessões na contratação, ao empregar pessoas com qualificações inferiores às desejadas. A longo prazo, esse processo vai corroer a competitividade e o nível de produtividade da economia brasileira - diz o professor Paulo Resende, responsável pela sondagem da Fundação Dom Cabral.
 
A Ecil Energia, fabricante de componentes para o setor elétrico, é um exemplo. A empresa emprega mais de cem pessoas em sua fábrica em São Paulo. São funcionários que cuidam, por exemplo, da limpeza das instalações, da operação do maquinário e do controle da produção. Mas, apesar dos bons salários e do pacote de benefícios que costuma oferecer, a Ecil enfrenta dificuldades para contratar.
 
- Sofro quando tenho de repor alguma vaga de analista de sistemas ou de engenheiro elétrico e eletrônico. Não encontro profissionais com o currículo desejado. E, quando encontro, acabo perdendo para setores como o financeiro, que paga mais - reclama o presidente da Ecil, Nelson Luís Freire.
 
A falta de mão de obra aumenta a pressão sobre os cursos de qualificação, como os do Sistema S (que recebe contribuições descontadas sobre a folha de salários das empresas de diferentes categorias para cuidar da educação profissional).
 
- O sistema de educação profissional começa a agir para suprir essa falta de mão de obra, seja por pressão dos empresários ou iniciativa dos governos. Temos aumentado o atendimento - afirma Allain José Fonseca, coordenador de projetos educacionais da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).
 
O número de atendimentos, segundo Fonseca, passou de cerca de 90 mil, em 2010, para 150 mil, em 2012. Para 2013, a meta é chegar a 160 mil. Um investimento grande foi nas unidades móveis de treinamento (veículos que levam oficinas a diferentes regiões do estado): eram três em 2010, chegaram a 20 no fim de 2012 e totalizarão 33 em 2013.
 
De acordo com o Senai, a baixa oferta de engenheiros e analistas de sistemas, por exemplo, nem é o principal problema enfrentado pela indústria:
 
- Há ainda mais dificuldade de contratar os que trabalham no chão de fábrica, na produção. Entre todos os setores, os que mais sofrem hoje são o de construção civil e mecânica - explica Márcio Guerra, gerente-executivo de Pesquisa e Prospecção do Senai.
 
O Senai forma anualmente um milhão de trabalhadores, segundo a entidade. Guerra pondera, no entanto, que mesmo com a abertura de cursos com foco nas atividades em que há poucos trabalhadores qualificados disponíveis, há grande desinteresse da população em frequentá-los:
 
- É preciso fazer um trabalho de conscientização da população. Ensinar que dá para ganhar bem com um curso técnico; não precisa ser bacharel.
 
A falta de mão de obra ultrapassa os limites da indústria e também afeta diretamente o comércio, que recorre cada vez mais ao treinamento de pessoas sem experiência para preencher seus quadros de funcionários. Mas os empresários do setor reclamam que, apesar do gasto com treinamento, acabam enfrentando uma grande rotatividade da mão de obra, que aumenta com o bom momento do mercado de trabalho.
 
- Tem sido cada vez mais difícil contratar funcionários. E precisamos ter sempre alguém ali do lado para explicar as diferentes atividades. É uma espécie de acompanhamento. O problema é que, como o desemprego está baixo, as pessoas não têm mais medo de perder o emprego, acham que logo conseguem arrumar outro - explica Marcelo Reis, gerente da Papelaria Terra Papel.
 
No caso da papelaria Galeria Moderna, a solução também tem sido o treinamento. O sócio Alberto Terra conta que um auxiliar de serviços gerais, por exemplo, passou a trabalhar na área de cópias, depois que o profissional do setor saiu:
 
- O treinamento faz parte do nosso negócio. Quando tentamos contratar alguém, ou esta pessoa nunca trabalhou ou não tem qualificação. Estamos sempre tentando ensinar.
 
Já a exigência de uma renda mais alta é citada por Antonio Pires, da loja Bazar 160, de produtos para construção civil, como um dos desafios a serem enfrentados pelo comércio.
 
- Sinto uma dificuldade maior nos últimos tempos para contratar funcionários e vejo isso também em padarias, lanchonetes e restaurantes. As pessoas têm achado os salários baixos - afirma Pires.
 
No Grupo Redentor - que reúne as empresas de ônibus do Rio Viação Redentor, Transportes Futuro e Transportes Barra - há um esforço constante de treinamento, segundo o psicólogo Mário Mattos. Sua estimativa é que a empresa precise hoje de pelo menos cem motoristas para completar o quadro de cerca de 1.600. Isso sem considerar o aumento da frota que está sendo esperado.
 
- A concorrência de outros setores, como construção civil e comércio, tem sido grande e o motorista é muito cobiçado. Por isso, temos contratado motoristas com carteira de categoria B (para veículos com preso bruto inferior a 3.500 quilos e lotação máxima de oito lugares) e investimos num processo de treinamento intensivo de três a quatro meses, além de financiar o curso para o motorista conseguir a categoria D - diz Mattos.
 
Ao lado do comércio, setores como enfermagem, tecnologia da informação e da comunicação e hotelaria são alguns em que falta mão de obra qualificada.
 
- Temos um investimento grande na formação e a preocupação é ouvir o mercado para saber onde investir. Há uma ampla falta de profissionais nas áreas de logística, enfermagem, tecnologia da informação e hotelaria - explica a gerente de educação do Senac-RJ, Wilma Freitas.

Aviões começam a testar sensores de integridade sem fios

Fonte: CIMM - Centro de Informação Metal Mecânica
O que era uma promessa começou a virar realidade: redes de sensores já começaram a monitorar a integridade estrutural de aviões. As redes de sensores interligam uma série de unidades computacionais autônomas minúsculas, capazes de coletar dados por meio de sensores, trocar informações entre si e transmitir seus dados para uma central, tudo por conexões sem fios.
O conceito é tão promissor que foi listado entre as dez tecnologias que podem salvar a economia mundial. Em 2011, a Airbus apresentou um conceito futurista de avião que utiliza as redes de sensores para monitorar quase tudo na aeronave. Agora, a EADS, controladora da Airbus, juntamente com engenheiros da Universidade de Viena, na Áustria, fizeram o primeiro voo real para testar o sistema de monitoramento inteligente.
 
Tal como o sistema nervoso no corpo humano, que detecta quase tudo o que acontece conosco e ao nosso redor, os sensores ligados à fuselagem do avião vão registrar e transmitir dados sobre a integridade estrutural da aeronave em tempo real.
 
Redes de sensores
 
Os dois grandes desafios para transformar as redes de sensores em realidade são criar uma forma de alimentar eletricamente os sensores e seus módulos de recepção e transmissão, e algoritmos de redes neurais artificiais que permitam que os nós da rede se comuniquem sem um controle central.
 
A equipe do professor Ulrich Schmid acredita ter encontrado a solução para o primeiro problema através de seu "Módulo de Colheita de Energia", que gera eletricidade a partir da diferença de temperatura criada quando o avião decola e pousa.
 
"As baterias convencionais não são projetadas para as grandes diferenças de temperatura que as aeronaves estão sujeitas continuamente durante sua operação. Além disso, ninguém quer substituir regularmente todas as baterias dos sensores no avião inteiro. Usar cabeamento convencional, por outro lado, aumentaria significativamente o peso do aparelho," diz Schmid.
 
Efeito Seebeck
 
A geração de energia é termoelétrica: quando dois materiais condutores de eletricidade diferentes são unidos e seus pontos de contato têm diferentes temperaturas, gera-se uma tensão elétrica - este fenômeno é conhecido como "efeito Seebeck".
 
Foi o pesquisador Alexandros Elefsiniotis quem teve a ideia de garantir o suprimento contínuo de eletricidade para que a rede de sensores não pare de funcionar durante o voo. Ele usou um reservatório de água de cerca de 10 centímetros cúbicos, que congela durante a decolagem, mas com um gradiente de temperatura diferente da fuselagem.
 
O primeiro voo de teste foi um sucesso, mostrando que o módulo gera a energia esperada. "Nós obtivemos cerca de 23 joules de energia por voo, o que é suficiente para alimentar um nó da rede de sensores sem fios," disse Elefsiniotis. Agora que os sensores já estão funcionando, os pesquisadores vão começar a testar seus algoritmos de comunicação.

Prague Metro (Subway)

Source: My Czech Republic
Prague Metro Platform

The Prague metro carries around 600 million passengers a year and about 40% of people choose it as their mode of public transport in Prague. The Prague subway is fast, efficient, clean and easy to use. Its three lines consist of about 60 km of tracks running mostly underground, and 57 stations. New stations continue to be added.

The Prague metro is only about 40 years old (it was first opened in 1974) and is mostly Russian-built.

Metro Lines

The three lines of the Prague metro currently are:

Line A (Green) runs east to west from Depo Hostivař to Dejvickáand has 13 stations. An extension of line A to Motol is planned for 2014. Line A should eventually run all the way to the Prague Airport, which is currently serviced only by bus.

Line B (Yellow) runs east to west from Černý most to Zličín and has 24 stations.

Line C (Red) runs north to south from Letňany to Háje and has 20 stations.

Line D (Blue) is planned to be built in the future. The construction should begin in 2014 and the first section is scheduled to open in 2018.

Prague Metro Escalator

Prague Metro Station


Transfer Stations

There are three transfer stations in the city center where two subway lines intersect:

Můstek (lower end of Wenceslas Square) - lines A and B intersect
Muzeum (upper end of Wenceslas Square) - lines A and C intersect
Florenc (main bus station) - lines B and C intersect

These are transfer points from one line to another. Each transfer route is clearly marked and takes 3-5 minutes walking.



Prague Metro Station


In the Metro Station

Trains run from around 4:45 a.m. and the last train leaves its station of origin at midnight. Night trams and buses must be used when the metro is closed. Trains arrive in 1-3 min. intervals during the peak hours of the morning and afternoon commute and in 4-10 min. intervals in the off hours. The time that has elapsed from the moment when the previous train left the station can be seen on the clock at the head of the tracks.

All stations are equipped with escalators and about two thirds of all metro stations allow access for the disabled.



Prague Subway Car

Once on the train, the following announcements can be heard:

1. Name of the station where the train is currently stopped, e.g."Můstek"
2. Warning of doors closing: "Ukončete prosím výstup a nástup, dveře se zavírají." (Please finish exiting and boarding the train, the doors are closing.)
3. Name of the following station (e.g. Muzeum): "Příští stanice: Muzeum" (Next station: Muzeum). If that station is also a transfer station, you will hear "Přestup na linku A/B/C." (Transfer to line A/B/C).

Prague Metro and Tram Map

Prague Metro Map

You can download a large printable map of the Prague subway and tram system from the Prague Public Transit Co. website. You will need Adobe Reader. If you don't have Adobe Reader, you can download it for free here.

Useful Dictionary
eskalátor - escalator
linka (A, B, C) - line (A, B, C)
metro - subway
přestup - transfer
stanice metra - subway station
trasa - route
vstup - entrance
výstup - exit

sábado, 27 de abril de 2013

Metrô DF



Fonte: R7 Noticias

metrô

Apagões frequentes e panes no sistema elétrico são problemas enfrentados pelos 130 mil passageiros que utilizam o Metrô-DF (Companhia Metropolitana do Distrito Federal), que tem planos de expandir seus serviços, mas acaba esbarrando em limitações como peças antigas, necessidade de novos trens e a mais importante delas: a falta de energia.

A energia não é suficiente para uma grande expansão do metrô porque ela é compartilhada com o abastecimento comercial e residencial de todas as regiões do DF. Para poder operar, o Metrô-DF recebe 14.300 quilowatts da CEB (Companhia Energética de Brasília).  Atualmente, no DF existem 17 Subestações. A de Águas Claras, região administrativa do DF, é a que mais apresenta problemas.

Para ampliar seus serviços, a empresa metroviária se reuniu com a CEB no início do mês e ficou decidido que para viabilizar o aumento do número de trens de 24 para 28 energia adicional será liberada. Os ajustes burocráticos já começaram a ser realizados para iniciar o procedimento.

A presidente da Companhia Metropolitana do DF, Ivelise Longhi, explica que há um estudo para que o abastecimento para o sistema seja exclusivo, o que garantiria mais energia e com risco menor de quedas e interrupções. A presidente ainda não sabe, no entanto, quando essa energia estará disponível. Ivelise afirma que, o projeto prevê a construção de mais cinco estações no Distrito Federal.

— Queremos colocar duas em Samambaia, duas em Ceilândia e uma no início da Asa Norte. Junto disso, temos também a questão de melhorar o sistema que já existe, deixando-o mais moderno. Vamos torná-lo mais ágil e seguro. Nós já temos disponível R$ 700 milhões para iniciar as mudanças.

Na visão do especialista em transporte público, Artur Moraes, tanto a CEB quanto o Metrô-DF deveriam ter planejado com antecedência a demanda de energia nos serviços metroviários.

— Isso deveria ter sido pensado quando eles compraram novos veículos. Não houve planejamento para fazer o trabalho. A energia utilizada na subestação de Águas Claras, por exemplo, não é suficiente. Tem de investir em eletricidade para conseguir ampliar esses serviços.

O especialista explica que a energia é o combustível do trem.

— É como a gasolina do carro. Se ela acabar, o veículo para. Assim acontece com o trem, que depende da energia para funcionar.

Além dos problemas de energia elétrica, a presidente do Metrô-DF diz que há carência de peças para manutenção e necessidade de novos trens.

— Alguns deles são muito antigos e possuem mais de 20 anos. Nós só temos 12 trens novos, que são de 2010. Eles dependem de manutenção constante.

Em nota, a CEB informou que autorizou o Metrô-DF a aumentar a sua carga imediatamente e as duas empresas estão acertando detalhes de contrato.

— Hoje a CEB já garante energia suficiente para o Metrô e no dia 20 de abril entra em operação o terceiro transformador da Subestação de Águas Claras, aumentando mais ainda a confiabilidade no sistema que abastece toda a região.



sexta-feira, 26 de abril de 2013

VLT de Santos

Fonte: imprensa@emtu.sp.gov.br

EMTU/SP apresenta projeto do VLT na Associação de Engenheiros e Arquitetos de Santos
Evandro Losacco, diretor de gestão operacional, explicou como será implantado o VLT para um público de mais de 160 pessoas.

O projeto executivo do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) foi apresentado na noite de 25 de abril, pelo diretor de gestão operacional da EMTU/SP Evandro Losacco, que explicou em detalhes, a implantação do VLT na Baixada, destacando a importância da obra na região.  “Este é um projeto que vai trazer progresso para a Baixada Santista e melhorar a qualidade vida das pessoas porque prioriza o conforto, a mobilidade urbana e a redução de tempo no trânsito. Tudo isso, sem gerar poluição, já que o VLT é movido à energia elétrica”, ressalta.

Para o diretor da Associação dos Engenheiros e diretor de Pós-Graduação da Universidade Santa Cecília, Aureo Emanuel Figueiredo, essa é uma apresentação extremamente importante, uma vez que “todos os projetos de grande representatividade e infraestrutura da baixada foram discutidos nesta associação. Com o VLT não poderia ser diferente, já que é um projeto importante para a baixada e vai trazer desenvolvimento e bem estar para a população ”.

O veículo sobre trilhos é um sonho antigo da população que historicamente conviveu com trens e os bondes. Durante décadas os santistas almejavam a volta de um transporte público semelhante. Agora, com o VLT, um veículo mais moderno, confortável, seguro e rápido, esse sonho começa a se tornar real. “O VLT era quase uma lenda urbana, mas o Governo do Estado tomou à frente e a EMTU/SP vai implantar o VLT. E, para mim, é uma honra ser o porta-voz de algo tão esperado pela população ”, explica Losacco.

EMTU na Comunidade
A apresentação do projeto faz parte do Programa EMTU na Comunidade, uma ação que tem o objetivo de convidar a sociedade civil para conhecer e discutir os projetos na cidade onde eles serão implantados. Com esse Programa, a EMTU/SP garante total transparência ao processo, permite que todo o cidadão tenha uma atuação participativa e contribui para tornar o projeto um grande benefício a toda a população.
O Programa EMTU Na Comunidade já realizou outros encontros para discutir o VLT na Baixada Santista, como a apresentação na Câmara de Comércio de Santos, no centro histórico da cidade.

VLT do Rio de Janeiro

Fonte: Reuters Brasil

26 Abr (Reuters) - Um consórcio com CCR e Invepar venceu a concorrência no processo de contratação de serviços para o sistema de transportes de passageiros através de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na cidade do Rio de Janeiro.
O prazo do contrato de parceria público privada (PPP) será de 25 anos, com a iniciativa privada responsável pelas obras de implantação, compra dos trens e sistemas, operação e manutenção do VLT durante esse período, informou a CCR em nota.
"A implantação do VLT faz parte da estratégia do governo do Estado do Rio de Janeiro de garantir a infraestrutura de transportes adequada para a realização dos Jogos Olímpicos de 2016", de acordo com a CCR.
"O VLT será ligado ao metrô, trens metropolitanos, barcas, BRTs, rede de dois ônibus convencionais e ao Aeroporto Santos Dumont, contribuindo para consolidação do conceito de rede de transporte integrada", acrescentou o comunicado.
Segundo o documento da CCR, a concessionária será remunerada pela receita tarifária e pelo pagamento da contraprestação pecuniária ao longo da operação, totalizando 1,6 bilhão de reais. O valor da tarifa é de 1,98 real.
Segundo documento da CCR, a estimativa é 220 mil a 250 mil passageiros por dia nas vias que englobam o empreendimento, o qual terá seis linhas e 42 estações.
O custo da obra é estimado em 1,2 bilhão de reais, e contará com apoio de 532 milhões de recursos federais do Programa de Aceleração do Crescimento da Mobilidade (PAC) durante o período da implantação do projeto, nos primeiros três anos.
O consórcio VLT Carioca tem como principais sócios a Actua Assessoria, controlada da CCR, com participação de 24,43 por cento; a Invepar (24,43 por cento); a Odebrecht TransPort (24,43 por cento)e a Riopar Participações (24,43 por cento).

Каму паводка па калена...



Вельмі дарэчы ў гэты час аказаўся ўсюдыход, зроблены рукамі жыхароў Петрыкава — бацькі і сына Яворскіх. У выніку паводкі гарадская ўскраіна аказалася моцна падтопленай прыпяцкай вадой, і цяпер да некаторых падвор'яў без трактара альбо лодкі не дабрацца. На сваім "усюдыходным" сродку перасоўвання яны могуць дабрацца да любой кропкі. Вада аўтамабілю-трактару не перашкода: яна, як кажуць, яму па калена.

— Мы стваралі машыну з мэтаю дабрацца ў любое месца і ў любы час з мінімальнымі затратамі, — кажа старэйшы Яворскі. — Для гэтай тэхнікі не патрэбны дарогі, яна не баіцца багны.

На падворку Яворскіх стаіць яшчэ адзін, ручной зборкі, трактарны агрэгат — для працы з плугамі, у якасці экскаватара і для грузавых перавозак. Але для рыбалкі, для збору журавін — гэты, з коламі нізкага ціску, проста незаменны, бо бесперашкодна пераадольвае любое пакрыццё.

Захапленне майстраваць, ствараць неабходныя ў побыце рэчы і машыны ў Валерыя Яворскага даўно. Вучыцца ад бацькі ствараць "разумныя" рэчы і сын Аляксандр. Цяпер гэтыя петрыкаўскія "кулібіны" ствараюць чарговае прыстасаванне, неабходнае для будаўнічых работ, — бетонамяшалку .