quinta-feira, 9 de maio de 2013

Bombardier in world

Source: http://www.railway-technology.com/

Electrostar rail car
Image: The first Bombardier Electrostar Class 378 rail car will be run on the East London Line from the end of 2014. Photo: courtesy of Bombardier.

Bombardier Transportation has secured a $137m order from Transport for London (TfL) to deliver 57 additional rail cars to be operated on the London Overground network.
The new Electrostar Class 378 rail cars have been ordered as an option of an earlier order, and it will allow TfL to operate longer trains and increase passenger capacity on the London Overground network by 25%.
Delivery of the new trains will allow TfL to extend the existing Class 378 electric trains from four to five carriages across the network, although TfL will continue to operate four-carriage trains on the Gospel Oak to Barking route, where trains are diesel-powered.
The new cars are being ordered as a part of the £320m Capacity Improvement Programme as the population in London is expected to reach nine million by 2018.
The new trains will be manufactured at Bombardier's Derby facility, with delivery scheduled to start in late 2014 and expected to be completed in 2015.
Designed especially for suburban operations, the new trains will be capable of travelling at speeds of up to 120kmph and will be supported under an existing maintenance contract.
"The new cars are being ordered as a part of the £320m Capacity Improvement Programme as the population in London is expected to reach nine million by 2018."
TfL London Rail acting director Jonathan Fox said that the new longer trains will initially be introduced on the East London Line from the end of 2014.
"With this order, the London Overground Capacity Improvement Programme is firmly underway to meet the demands of increasing numbers travelling on our network," Fox said.
"In 2012/13, the network carried nearly 125 million passengers, nearly four times the number carried when we launched in 2007," Fox added.
"To enable this trend to continue and maintain our high levels for safe, reliable and frequent travel, we need to deliver more capacity by adding more carriages."
The new rail cars will be equipped with CCTV and also offer more standing room.
The Class 378 vehicles are part of the Electrostar family of electrical multiple units, which are currently in operation with other UK train operators, such as c2c, Southeastern, Stansted Express and Southern Railways.


quarta-feira, 8 de maio de 2013

VLT de Natal

Fonte: NE10
          Kívia Soares

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A reunião aconteceu entre a secretária de Mobilidade Urbana de Natal, Elequicina Santos e o superintendente da CBTU Natal,João Maria Cavalcanti.

Os primeiros Veículos Leves Sobre Trilhos (VLT) estão previstos para chegar na capital potiguar, em abril de 2014, segundo informações da Superintendência da Companhia de Trêns Urbanos (CBTU) de Natal. Por isso, os projetos de Mobilidade Urbana que envolvem o VLT, como articulador da integração entre os modais de transporte da Região Metropolitana da cidade foi tema de reunião entre a Prefeitura e o órgão, nessa terça-feira (7). 

A secretária de Mobilidade Urbana de Natal (Semob), Elequicina Santos  e o adjunto Clodoaldo Cabral estiveram com o superintendente da CBTU Natal, João Maria Cavalcanti para discutir alguns pontos relevantes e ainda pendentes sobre a implantação do VLT. “Os 12 VLT adquiridos pela Companhia em 2012, possibilitarão a modernização do sistema de trens urbanos de Natal, trazendo para a população mais agilidade, conforto e segurança no seu deslocamento”, disse Cavalcanti.

No entanto, para que o VLT atenda às necessidades de mobilidade dos cidadãos, possibilitando a melhora substancial da fluidez no trânsito da cidade são necessárias algumas mudanças no trânsito da Grande Natal. Segundo informações divulgadas pela assessoria de imprensa da CBTU Natal, um dos pontos discutidos na reunião foi a questão dos cruzamentos da via férrea com as principais avenidas da cidade.

"Atualmente, o intervalo entre as viagens de trens que cortam estas avenidas é de aproximadamente 1h20. Com a implantação do VLT, este intervalo será reduzido para 20min, aumentando o número de vezes em que o trânsito será temporariamente interrompido nesses trechos", explica a CBTU.
 
A proposta da CBTU que retirar o maior número de automóveis das avenidas de Natal. Para tanto, porpõe a integração da ferrovia com os demais modais de transporte da Grande Natal, sendo necessária a implantação de terminais de integração. A partir de agora equipes técnicas da Semob e CBTU vão se reunir para novas reuniões sobre as propostas de integração dos transportes no Município.

Metrô de São Paulo - Linha 6 - Laranja

Fonte: 

O edital da Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo foi relançado. Desta vez foi a desconfiança de investidores com relação ao retorno financeiro que fez com que o edital fosse adiado. O governo estadual, depois de pedidos das empresas interessadas, cedeu e fez o relançamento do documento.

Entre as novidades do edital está a garantia por desastres naturais como terremoto e queda de meteoros. As novas garantias incluem também a participação do governo nos custos de desapropriações mais caras do que o estimado.  As empresas estavam preocupadas com a questão das desapropriações, que são consideradas um grande risco financeiro, pois moradores atingidos podem contestar valores na Justiça. Segundo o edital o estado será responsável por encomendar um estudo para quantificar o preço das desapropriações para o Tribunal de Justiça e arcará com metade dos valores que ficarem acima do preço estimado pelos imóveis.

O orçamento da nova linha é de cerca de R$ 8 bilhões. O projeto é o primeiro do governo paulista feito integralmente por Parceria Público-Privada (PPP) Vila Brasilândia à São Joaquim. A Linha Laranja terá um total de 15 estações distribuídas por 15,3 quilômetros.

A licitação internacional contempla a implantação das obras civis e sistemas, fornecimento do material rodante, operação, conservação manutenção e expansão. A nova data da sessão pública para recebimento e abertura dos envelopes é 30 de julho, às 14h.

A nova versão do edital está disponível no site da Secretaria dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo - www.stm.sp.gov.br –, no item de menu: "PPP Linha 6" - link: "republicação do edital da linha 6". Ou no Centro de Suporte Logístico da STM, na Rua Boa Vista, 175, bloco A, 16º andar, no Centro de São Paulo.  

terça-feira, 7 de maio de 2013

VLT de Cuiabá


Fonte: MidiaNews


O gerente de contrato do Consórcio VLT Cuiabá, engenheiro civil Fernando Orsini, reafirmou a previsão de conclusão das obras de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos na Grande Cuiabá em março de 2014, conforme o cronograma já divulgado pelo Governo do Estado.

“É possível concluir a obra até março de 2014. Nós temos um compromisso e um contrato com o Governo do Estado, que tem que ser cumprido e assim nós estamos fazendo”, afirmou.

Para garantir que o prazo seja cumprido, o consórcio já se prepara para trabalhar, simultaneamente, nos 22,2 km de trajeto do VLT, a partir de julho deste ano. Como isso, a previsão é de que as obras vão “parar” o trânsito nas principais avenidas da região metropolitana de Cuiabá.
"A partir de julho, os 22 km estarão passando por intervenções. Não tem como avançar as obras de outra forma. O nosso prazo é extremamente desafiador e nós não podemos atuar em trechos. Vamos ter que parar mesmo, parar tudo"
“A partir de julho, os 22 km estarão passando por intervenções. Não tem como avançar as obras de outra forma. O nosso prazo é extremamente desafiador e nós não podemos atuar em trechos. Vamos ter que parar mesmo, parar tudo”, disse Orsini, em entrevista aoMidiaNews.

Segundo o engenheiro, com o fim das chuvas, inicia-se o processo de "pico" da obra, que deve durar de maio até dezembro deste ano, e se baseia essencialmente em processos de escavações, terraplanagem e pavimentação.

Para evitar transtornos, Orsini pede aos motoristas para que evitem as principais avenidas de Cuiabá e Várzea Grande, onde o VLT estará sendo implantado, e façam uso das rotas alternativas já aprovadas pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes Urbanos (SMTU), em Cuiabá, e pela Secretaria de Infraestrutura de Várzea Grande.

“As pessoas vão ter que usar as rotas alternativas e nós temos recomendado para que os motoristas não usem as grandes vias nos horários de pico, porque as obras do VLT passam pelas principais vias de Cuiabá e de Várzea Grande e, efetivamente, o trânsito estará congestionado nessas artérias”, afirmou.

Avanço das obras


Atualmente, as frentes do VLT se encontram, em Cuiabá, na construção dos viadutos da UFMT e da MT-040, na Avenida Fernando Corrêa da Costa, e do Viaduto da Sefaz, na Avenida do CPA; no reforço do Canal da Prainha, na Avenida Tenente-Coronel Duarte; e na adequação da Avenida Coronel Escolástico, para implantação dos trilhos do VLT.

Já em Várzea Grande, tiveram início as obras de construção da Trincheira do KM Zero, na Avenida da FEB; do Viaduto do Aeroporto, na Avenida João Ponce de Arruda; e do Centro de Comando, Controle e Manutenção do VLT, na área onde se localizava a Vila Militar (ao lado do Aeroporto Internacional Marechal Rondon).

Segundo Orsini, a próxima interdição a ser feita pelo VLT será na Avenida Fernando Corrêa da Costa, para a implantação da via permanente e alargamento das vias.

O gerente do contrato do VLT assumiu, ainda, que as obras na Avenida Coronel escolástico encontram-se lentas.

“Está um pouco lento porque lá nós temos um problema ainda de liberação de resgate arqueológico”, explicou.

"Hoje, nós estamos com mil pessoas distribuídas em várias frentes. Mas, o pico prevê 2,5 mil pessoas, durante junho e julho"
Quanto ao quadro de pessoal trabalhando nos canteiros de obras do VLT, Orsini diz que o número atual deve dobrar dentro dos próximos meses.

“Hoje, nós estamos com mil pessoas distribuídas em várias frentes. Mas, o pico prevê 2,5 mil pessoas durante junho e julho”, disse.

Vagões e trilhos

Segundo a Secopa, dois dos 40 carros que compõem o VLT de Cuiabá devem chegar à Capital entre o final de julho e o início de agosto deste ano.

Formados por sete módulos cada um e com capacidade para transportar até 400 passageiros por carro, os veículos estão sendo construídos na Espanha e começam a ser enviados para o Brasil ainda em maio próximo.

A obra


Previsto para ser implantado em dois eixos (CPA-Aeroporto e Coxipó-Centro), que somam 22,2 km de extensão, o VLT deverá passar pelos canteiros centrais das principais avenidas de Cuiabá e Várzea Grande: Historiador Rubens de Mendonça (Avenida do CPA), FEB, XV de Novembro, Tenente-Coronel Duarte (Prainha), Coronel Escolástico e Fernando Corrêa da Costa.

O VLT contará com três terminais de integração e 33 estações de embarque e desembarque, com distância média de 600 metros entre um ponto e outro.

Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro

Fonte: Mecânica de Comunicação

Os desafios e as soluções da obra da linha 4, do Metrô do Rio de Janeiro estarão em exposição em um Salão das Grandes Construções exclusivo na Construction Expo 2013 – 2ª Feira Internacional de Edificações e Obras de Infraestrutura, marcada entre 5 e 8 de junho, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. 

O Salão da Linha 4, do Metrô do Rio de Janeiro terá uma área conceitual e uma área com estandes dos fornecedores desse importante projeto, objetivando apresentar o desenvolvimento da obra, as tecnologias, sistemas, serviços, materiais e equipamentos utilizados, e sua contribuição para a engenharia brasileira. 

De acordo com Marcos Vidigal, diretor de Contrato da Odebrecht, o Salão pretende mostrar a cadeia construtiva envolvida na Linha 4 e não apenas o projeto. Por isso, a expectativa é contar com diversos tipos de fornecedores, como, por exemplo, o projetista para explicar as metodologias e os desafios do trabalho, as empresas de equipamento para contar sobre a adaptação das máquinas para atender o perfil da obra, entre outros. Com isso, as empresas que participam do processo terão uma oportunidade de apresentar suas soluções para o público visitante da Construction Expo 2013. 

Além da visibilidade para a obra e para as empresas que colaboram com o projeto, o Salão também oferece uma chance para que as experiências e o conhecimento acumulados em diversos aspectos, incluindo o planejamento e logística exigidas pela grandiosidade da construção, sejam apresentados para os engenheiros, empresários, técnicos e profissionais que visitarem a feira. Para Vidigal, o case da Linha 4 do Metrô do Rio tem grande relevancia em termos de desenvolvimento de tecnologia, de conhecimento técnico e capacitação profissional. 

A Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro, que ligará o bairro de Ipanema, na Zona Sul da cidade, à Barra da Tijuca, na Zona Oeste, terá cerca de 16 quilômetros de extensão, com seis novas estações – Nossa Senhora da Paz, em Ipanema; Jardim de Alah e Antero de Quental, no Leblon; Gávea; São Conrado e Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca. Com um custo total de R$ 8,5 bilhões, deverá transportar aproximadamente 300 mil pessoas por dia. 

A obra está sendo executada pela Concessionária Rio Barra, que é constituída por dois consórcios: o Consórcio Construtor Rio Barra, que está construindo o trecho Oeste, entre a
Gávea e o Jardim Oceânico, e o Linha 4 Sul, responsável pela obra entre Ipanema e Gávea, na Zona Sul. O primeiro consórcio é formado pelas empresas Queiroz Galvão (líder), Odebrecht Infraestrutura, Carioca Engenharia, Cowan e Servix. O segundo consórcio é formado pela Odebrecht Infraestrutura (líder), Carioca Engenharia e Queiroz Galvão. 

Construction Expo 2013 
Promovida pela Sobratema – Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração, a Construction Expo 2013 terá dois tipos de Salões Temáticos: Salões das Grandes Construções e Salões dos Sistemas Construtivos. 

Além da Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro, o Salões das Grandes Construções ainda terá o Salão da Arena Corinthians, o Salão do Porto Maravilha e o Salão do Prosub – Programa de Desenvolvimento de Submarinos, que terão participação das empresas fornecedoras e prestadoras de serviço e uma área conceitual para mostrar o desenvolvimento e tecnologia utilizados em cada obra. 

No caso dos Salões dos Sistemas Construtivos estarão presentes: o Salão ABCIC da Construção Industrializada do Concreto, que mostrará o processo de elaboração dos pré-moldados, iniciando pelo projeto, passando pela fabricação até a montagem do sistema, o Salão da Construção Seca, que irá mostrar as aplicações e inovações das cadeias do steel frame e do drywall, e o Salão do Rental, que mostrará a importância da área de locação. 

A Construction Expo 2013 tem o apoio das principais construtoras e mais de 120 entidades setoriais. A feira deverá contar com cerca de 300 expositores e 25 mil visitantes e apresentará novidades de métodos construtivos, fornecedores de serviços e fabricantes de produtos, matérias-primas, insumos para construção de edifícios residenciais, comerciais, industriais, shopping centers e hospitais e para a execução de obras em rodovias, ferrovias, metrôs, pontes, acessos, terminais de cargas e estaleiros, na área de saneamento, em energia hidrelétrica e eólica, oleodutos e gasodutos, estruturas metálicas, entre outros. 

Alstom

Grande oportunidade de toda organização mostrar sua real competência e isso o mercado detecta.
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Fonte: Portal R7
Copyright Thomson Reuters 2011

PARIS, 7 Mai (Reuters) - A empresa de energia e engenharia de transportes Alstom cortou suas previsões de crescimento a médio prazo, na terça-feira, conforme enfrenta a deterioração das condições econômicas e da difícil concorrência.
A empresa agora espera um crescimento orgânico das vendas "baixo, de um único dígito", vendo sua margem operacional estável em 2013/14, antes de aumentar gradualmente até cerca de 8 por cento nos "próximos dois a três anos".
"Nosso desempenho no curto prazo deverá ser impactado por volumes mais baixos do que o previsto, devido a um ambiente mais desafiador", afirmou o presidente-executivo, Patrick Kron, em um comunicado.
"A geração de capital continua a ser uma prioridade e nós continuamos a prever um fluxo de caixa livre positivo", acrescentou.
O fluxo de caixa livre da Alstom tornou-se positivo no fechado do ano, depois de dois anos de números negativos.
O lucro líquido do trimestre cresceu 10 por cento, para 802 milhões de euros (1,05 bilhão de dólares), ficando abaixo da estimativa média de analistas da Thomson Reuters I/B/E/S, de 892 milhões de euros.
As vendas cresceram 2 por cento, para 20,27 bilhões de euros, abaixo da meta de 5 por cento da empresa, refletindo menores receitas de grandes contratos de hidrelétricas na América Latina e atrasos de clientes em alguns projetos de transmissão de energia.
A empresa paga um dividendo de 0,84 euro por ação, um aumento de 5 por cento em relação ao ano anterior, acrescentou.

Metrô de São Paulo - Linha 6 - Laranja



Fonte: 

O governo do Estado apresentou ontem seu modelo para viabilizar a construção da Linha 6-Laranja do Metrô, a maior Parceria Público-Privada do País até o momento. O edital garante a investidores que, até em caso de "terremoto ou queda de meteoros", haverá retorno. As obras devem começar no ano que vem.

O novo ramal, que vai passar por cinco universidades e ligará o centro à zona norte, é tido como um dos mais urgentes para a cidade no momento. Tanto que, de sete novas linhas que a Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos tem nas pranchetas, será a primeira a sair do papel. E deve transportar 600 mil passageiros por dia.

O edital publicado ontem é uma reedição de um edital anterior, do ano passado, que não foi para frente porque investidores privados exigiram mais garantias do governo de que haveria retorno financeiro. O Estado teve de ceder.

A construção da linha está estimada em cerca de R$ 8 bilhões e, com a contrapartida do Estado, o custo da obra, em 25 anos, pode chegar a R$ 20,5 bilhões.

"Tudo o que foi possível foi feito para que não houvesse fuga (de empresas)", disse o secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes. As empresas interessadas têm até 30 de junho para apresentar as propostas. Vencerá quem pedir a menor contrapartida.

As novas garantias incluem cobertura para desastres naturais e "parceria" em arcar com custos de desapropriações mais caros do que o estimado. As desapropriações são consideradas um risco financeiro porque moradores atingidos podem contestar valores na Justiça. Com a parceria, além de o Estado ter encomendado um estudo sobre o preço das desapropriações para o Tribunal de Justiça, o governo ficou de arcar, pelo edital, com metade dos valores que ficarem acima do preço estimado pelos imóveis.

Financiamento. O Plano Plurianual do governo para a área de transportes metropolitanos está estimado em R$ 45 bilhões até 2015. As garantias aos investidores são vitais para que as promessas de ampliação da rede sejam cumpridas porque São Paulo não tem todo esse dinheiro. Até o momento, o governo conseguiu R$ 14 bilhões em empréstimos para as obras, está negociando mais R$ 9 bilhões e tem uma previsão de gastos de cerca de R$ 10 bilhões em recursos do orçamento. O resto depende de empresas privadas dispostas a investir alguns bilhões no Metrô - mas querem ter certeza de que nem políticas tarifárias novas nem fenômenos climáticos possam comprometer a garantia de retorno do investimento.