sexta-feira, 10 de maio de 2013

Empresa de Planejamento e Logística (EPL)

Fonte: 


A Empresa de Planejamento e Logística (EPL) entregará em 2014 o Plano Nacional de Logistica Integrada (PNLI). “O PNLI procura projetar como é que vai comportar a demanda, como é que vai se comportar a infraestrutura e quando vai ser preciso intervir para manter um padrão de serviço”, explica Bernardo Figueiredo, presidente da EPL.

O governo está sendo estruturado um observatório de transportes para mostrar o comportamento da demanda, quais são os gargalos e a extensão deles, a velocidade praticada, entre outros.  Os dados da rede de transporte serão colocados em simulador que fará a projeção da demanda e avaliará o comportamento da infraestrutura com os cenários futuros de demanda.   “Vamos identificar onde é que tem que intervir e começar a prepara isso. Vamos começar a estudar de forma que essa intervenção esteja concluída e não chegar em 2020 e dizer ah precisamos fazer isso”, explica o executivo.

Brasília - Copa do Mundo

Fonte: Portal Title

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Brasília – A preparação do Distrito Federal para sediar jogos da Copa das Confederações, agora em junho, e da Copa do Mundo, no ano que vem, começou o mês de maio com mais uma mancha em seu conturbado processo de estruturação logística para os eventos. O governador Agnelo Queiroz (PT) anunciou na quarta-feira (1º) a suspensão do processo de compra de 17 mil capas de chuva para policiais. O negócio, avaliado em R$ 5,3 milhões, implicaria num custo médio unitário superior a R$ 300.
Ao despedir-se do posto de comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal, no dia seguinte à sua exoneração, determinada por Agnelo, o coronel Suamy Santana admitiu ter sido erro administrativo a inclusão das capas na lista de compras da corporação para a Copa de 2014. E disse não ter havido má-fé no procedimento, uma vez que o objetivo seria fazer do equipamento adquirido um “legado” para a polícia distrital. "Não sou corrupto, não sou ladrão", defendeu-se.
A Lei Geral da Copa flexibiliza as licitações e pregões por conta da especificidade e da urgência do evento e o equipamento teria durabilidade superior a cinco anos. Como os dois eventos se esgotam em 2014, e ocorrem no auge da estiagem brasiliense, que dura do outono à primavera, não precisava tanto. Em nota enviada pela assessoria de imprensa, o GDF também defendeu a compra das capas de chuva para os policiais.
O episódio é mais um na coleção de polêmicas a cercar a organização local, que abrangem desde a mudança do antigo nome do estádio Mané Garrincha ao custo das obras e sua funcionalidade depois de 2014.
Em meio a esse ambiente conturbado, o projeto completo do Estádio Nacional de Brasília está prestes a chegar ao seu desfecho. Os primeiros rolos de grama para cobrir a arena multiuso chegaram no sábado (27/4) ao Distrito Federal e os operários estão em plena fase de conclusão dos trabalhos.
Mas a condução da obra foi alvo de críticas diversas, causando embaraços políticos ao governador nos últimos anos. Primeiro, diante das reclamações de que outras áreas, como Saúde e Educação, não estão recebendo os mesmos cuidados. Depois, pelo próprio custo total, que se aproxima de R$ 1,7 bilhão, mas ainda é uma incógnita. “O custo total ainda não é conhecido, tendo em vista que é preciso considerar o Recopa, programa de incentivos fiscais para obras voltadas ao evento”, afirmou em entrevista o secretário extraordinário da Copa no GDF, Cláudio Monteiro. A aposta do governo é de que o retorno do investimento ocorra em dez anos, com a concessão dos espaços para lojas e utilização da área para a realização de shows.
“Brasília não tem tradição de jogos e os shows realizados aqui já contam com boas áreas para abrigar o público. Não vejo como o estádio não se transformar num novo elefante branco”, diz o engenheiro Heleno Aquino.

Água no chope

Questionamentos à parte, a cidade está em vias de entregar ao público um estádio com capacidade para receber 70 mil pessoas, moderno e sustentável em termos ambientais. O governo executa ainda quatro projetos de transporte urbano, além de obras para ampliação do centro de convenções. Há também investimentos privados na rede hoteleira, na capacitação de profissionais e no setor de serviços.
As incertezas começaram a tomar corpo depois do anúncio, no final de 2012, de que não haverá tempo para a construção do Veículo Leve sobre Trilhos (LVT), como estava previsto. A frustração lançou luzes sobre os demais projetos e pôs em  de alerta os especialistas nos setores de turismo e esporte. Estavam previstos R$ 277 milhões para implantação do VLT, mas o GDF não conseguiu contratar a obra a tempo de ser concluída até 2014. A Justiça anulou uma das licitações executadas por governos anteriores, o que atrasou a realização de uma nova concorrência.
Em compensação, projetos de infraestrutura desenvolvidos com base no Plano Diretor de Transporte Urbano e Mobilidade (PDTU) do Distrito Federal (DF), aprovado em 2011, abriram caminho para que a região pudesse ser contemplada com investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento para a área – o PAC Mobilidade.
As obras dirigidas para o campeonato mundial são quatro. Duas preveem expansão e modernização do metrô e a readequação da rodovia DF-047 – que liga a estação de passageiros do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek à parte central da capital, o Plano Piloto, com uma via exclusiva para ônibus de passageiros, turistas e delegações e implantação de ciclovias.
A lista de desejos inclui a conclusão dos sistemas de Transporte do Eixo Sul e Eixo Oeste, que ligam, respectivamente, as regiões administrativas do DF (antes chamadas de cidades satélites) do Gama e Santa Maria ao Plano Piloto (Eixo Sul) e a Estrada Parque Taguatinga ao centro de Taguatinga, passando por outras áreas até chegar à rodoviária (Eixo Oeste), além de um túnel na região de Taguatinga.
Fora do PAC, o governo local toca um conjunto de dez obras de revitalização da área central de Brasília, num raio de três quilômetros do Estádio Nacional, estimado em cerca de R$ 360 milhões. A empreitada projeta a ligação para veículos entre as avenidas W4 Norte e W5 Sul e dois túneis de pedestres e ciclistas: um ligando o estádio ao Centro de Convenções Ulysses Guimarães e outro entre o Clube do Choro e o Parque da Cidade. A integração das áreas de acesso aos dois túneis com a área central comporá um complexo que inclui projetos de paisagismo e ligação do estádio ao Autódromo Nelson Piquet.
Pros e contras Copa DF

Desencontro de contas

O Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha tinha, em 2011, previsão de custar R$ 688,3 milhões, de acordo com o site Contas Abertas. Meses depois, sob o argumento de que o valor não incluía a cobertura da arena nem despesas com gramado, iluminação, cadeiras e elevadores, entre outros pontos, a cotação inicial foi elevada para R$ 812,2 milhões.
Obra vai, conta vem, mais recentemente a estimativa bate na casa de R$ 1,7 bilhão – dinheiro que sairá da venda de terrenos de propriedade do governo. “É justo com a população que sofre com falta de saúde, segurança e transporte? Precisamos de uma justificativa sobre o aumento destes valores”, questiona a deputada distrital Eliana Pedrosa (PSD), que solicitou audiência para analisar os gastos.
A obra está a cargo do Consórcio Brasília 2014, formado pelas empresas Andrade Gutierrez e Via Engenharia. Prevê cobertura em estrutura metálica, novos assentos, todos em área coberta, rebaixamento de gramado, três setores de arquibancadas e área social de passeio e lazer com restaurantes e bares. Além disso, pleiteia o selo LEED (liderança em energia e design ambiental, na sigla em inglês), certificação máxima para construções sustentáveis, porque ser feito com reutilização de materiais da antiga estrutura, dispor de painéis de captação de energia solar e sistema de aproveitamento da água da chuva.
Erguido com status de arena multiuso, o espaço ficará adaptado para a realização de grandes eventos nacionais e internacionais, além do futebol. A previsão do GDF é de que venha a passar por licitação para que uma empresa especializada em entretenimento o administre e garanta, assim, um calendário de eventos após o final do mundial – uma forma de aquecer o setor de serviços, como bares, hotéis, restaurantes e taxis. “O governo e a CBF também estudam a possibilidade de trazer jogos do campeonato brasileiro”, afirmou o governador Agnelo Queiroz.

Hotéis e tombamento

A ampliação do setor hoteleiro está emperrada em meio a impasse com o Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico e Nacional (Iphan). As regras de tombamento da capital limitam a altura dos novos prédios a 9,5 metros, e o GDF sugere altura entre 45 e 65 metros. Espera-se que um novo um projeto de lei a ser apresentado à Câmara Legislativa sobre o tema aproxime governo e Iphan até o início de 2014.
Estimativas dos mercados imobiliário e da construção civil são de que o novo complexo de hotéis pode vir a movimentar R$ 4 bilhões em obras. A previsão inicial do governo é de que apenas o terreno a ser licitado tem valor próximo de R$ 700 milhões a R$ 800 milhões. A área possui capacidade para a construção de 14 prédios.
O Distrito Federal possui 75 hotéis e cerca de 20 mil leitos disponíveis. Até a Copa, são necessários mais 8 mil vagas. O novo espaço supriria 70% desse déficit; o restante seria solucionado oferecidos por meio de flats e albergues.
“O mercado se movimentando e aguarda o edital. A expectativa é grande, até porque temos pouco tempo”, enfatizou um diretor do Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF), Élson Ribeiro de Povoa.
“Se o governo ficar preocupado apenas com a Copa do Mundo, esses hotéis vão quebrar”, ponderou o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Distrito Federal, Thomaz Ikeda. Ele chamou a atenção para o cuidado que é preciso ter com novos investimentos no setor, porque Brasília costuma apresentar demanda atípica, de hotéis ocupados entre terças e quintas-feiras e ociosos das sextas às segundas-feiras – o que leva a média de ocupação para 58%, abaixo da média nacional, 65%.

Qualificação

Desde 2011, são oferecidos cursos de qualificação profissional para garçons, camareiras, vendedores, supervisores de hospedagem, web designers, organização de eventos, operação de caixa, montagem e manutenção de computadores, atendente de consultório, telemarketing, entre outros. Os cursos contam com parcerias com o governo federal e entidades mantidas pelo Sistema S. Até 2012, o programa do GDF intitulado Qualificopa abriu 4 mil vagas em 22 cursos.A previsão para este ano é abrir até 10 mil vagas em novos cursos, e mais 10 mil em 2014.
Parte dessa capacitação também é ministrada pelo programa Pronatec Copa, do Governo Federal, que tem a proposta de qualificar 240 mil pessoas em 117 cidades, incluindo Brasília, em serviços de recepção, alimentação, bebidas, entretenimento e interação. “A Copa do Mundo dará a Brasília a maior exposição da história da mídia internacional. É uma oportunidade única”, acentuou o secretário de Turismo do DF, Delfim da Costa Almeida.
Os programas costumam obter aprovação dos usuários, mas são vistos de forma cética por alguns profissionais. “As aulas são rápidas. Nem todos estão sendo preparados de forma adequada”, criticou o sociólogo e professor especializado em Formação e Trabalho Maurício Alencar, autor de uma pesquisa sobre o tema, em fase de conclusão.
Outra empreitada que envolve essa qualificação é o projeto de ampliação do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, que terá sua estrutura ampliada para atender à agenda de eventos paralelos à Copa. Parte dos recursos destinados à primeira etapa da obra, de R$ 9,7 milhões (o projeto totaliza R$ 14,7 milhões), foi liberada no início de dezembro, com a assinatura do Pacto pelo Desenvolvimento do Turismo.
Os recursos serão bancados pela União, com a contrapartida de R$ 817 mil por parte do GDF, mas não vão somente para as obras: terão uma parte utilizada, também, no treinamento de profissionais. “Esse pacto com os estados tem como foco o pós-Copa. Queremos colocar o turismo na agenda econômica do país”, disse o ministro da pasta, Gastão Vieira.

A jato

No Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Jubitshek, estão programadas três obras de reforma. Em dezembro, o aeroporto passou a ser administrado pelo consórcio Inframérica, formado pela Infravix Empreendimentos, do Grupo Engevix, e pela empresa Corporación América, da Argentina – que terá concessão pelos próximos 25 anos.
Segundo o presidente do conselho do consórcio, José Antunes Sobrinho, o local já ganhou quase 200 novas vagas no estacionamento, balcão de informações com atendimento bilíngue 24 hora, acesso gratuito à rede wi-fi de alta velocidade e dois novos endereços na internet com informações sobre voos, funcionamento e andamento das obras. “É só o começo de uma operação que pretende investir R$ 2,85 bilhões durante a concessão”, disse.
Estudo realizado pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal mostrou que o Produto Interno Bruto do DF subiu 2,4% no ano de 2011, atingindo R$ 161,5 bilhões. O índice é menor do que o registrado no ano de 2010, que foi de 3,5%. Uma análise da consultoria Ernst & Young, feita em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, sobre o impacto dos preparativos para a Copa nas unidades da Federação apontou, dois anos atrás, a tendência de Brasília vir a ser a segunda capital a ser mais impactada positivamente com as obras de infraestrutura programadas, abaixo apenas de Belo Horizonte.

Pressão pela preservação do nome Mané Garrincha

Mané Garrincha
Num país onde a paixão pelo futebol é marca registrada, causou apreensão, dos brasilienses e moradores de outros estados, o risco de o estádio perder o nome de Mané Garrincha. “Trabalhei tanto carregando tijolo nas obras, sou fã do Garrincha, e depois de tudo ter de passar por isso?”, o pedreiro Jamildo Flores, 29 anos. Morador de Águas Lindas, no entorno do Distrito Federal, e torcedor do Gama, ele disse que passou a infância ouvindo histórias sobre os dribles do craque das pernas tortas.

A causa tomou conta das redes sociais no início deste ano, virou abaixo-assinado na internet e só foi apaziguada com o anúncio de que ficariam os dois nomes no final das contas: Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. O Mané Garrincha original foi inaugurado em 1974. Por lá passaram jogos clássicos do futebol brasileiro e shows de bandas que ajudaram a disseminar a cara urbana e roqueira da cidade, como Capital Inicial e Legião Urbana. Além disso, abrigou, durante anos, um complexo esportivo onde eram ministradas aulas de esportes diversos – o que cultivou uma referência esportiva e uma identidade em pelo menos duas gerações. A ideia de passar a ser conhecido apenas como Estádio Nacional não agradou.

Segundo informações do GDF, a intenção era fazer com que o novo estádio passasse a ter um nome que identificasse melhor a capital brasileira nos jogos da Copa, mas não tirar a homenagem ao jogador. “Estão falando isso agora, mas no começo das obras ninguém nem mencionava o nome do Garrincha, era só a sigla ENB. Mantivemos o nome pela pressão”, disse o engenheiro Bernardo Franco.

Para o secretário executivo do Comitê Organizador Brasília 2014, Cláudio Monteiro, desde o início estava previsto que não haveria mudanças. “O Estádio Nacional será o nome oficial e o Mané Garrincha o apelido, assim como acontece com o Maracanã. Nada muda. O nome Mané Garrincha jamais será riscado, porque está na mente e no coração das pessoas”, justificou.

Alstom in world

Source: http://www.railway-technology.com/

Nola Depot, Alstom, Italy
Image: The 140,000m² Nola depot is used for maintenance of the .italo AGV high-speed rail fleet. Photo: Zonegreen

Alstom has installed Zonegreen's cloud-basedplanning software at its Nola rail depot in Italy.
Zonegreen's web-based application Operator Planning Suite (OPS) replaces Alstom's traditional whiteboards to manage the daily tasks at the rail depot.
Alstom uses the Nola facility for the maintenance of the high-speed trains operating on the Turin-Salerno and Rome-Venice lines.
Specially designed for the rail sector, OPS uses cloud-based technology to facilitate the sharing of task planning information, including the arrival and departure times of trains.
The system helps operators identify train positions and synchronise maintenance information, through a tabular or graphical layout of the depot.
Operators can also share data to capture activities, generate reports and cut down on manual tasks.
"Zonegreen's web-based application Operator Planning Suite (OPS) replaces Alstom's traditional whiteboards to manage the daily tasks at the rail depot."
Zonegreen technical director Christian Fletcher said that the installation of the OPS allows all maintenance information to be added to a multi-user system that provides a bird's eye view of the depot, instead of keeping them handwritten on a board.

"As changes occur at Nola they are now recorded automatically and the updates transmitted immediately, reducing the likelihood of communication failures," Fletcher said.

Alstom's fleet operations manager at the Nola depot, Francesco Fidanza, said that plasma screens around the depot display the OPS system so that everyone can visualise train locations and update information accurately.
"It is important for us to share and disseminate maintenance data to different locations in a convenient way and the Zonegreen system enables users with various levels of access to log in from anywhere," Fidanza said.
High-speed rail operator NTV has invested €90m to build the 140,000m² Nola depot which is used for maintenance of the .italo AGV high-speed rail fleet.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo

Fonte: EMTU

EMTU/SP vai implantar Laudo Eletrônico para concessão de isenção tarifária aos passageiros especiais em Campinas

Técnicos da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo apresentaram nesta quinta-feira, 09/05, o novo sistema eletrônico, para a emissão do Laudo para concessão da isenção de tarifa aos deficientes. O Laudo Eletrônicofoi apresentado em seminário promovido pelos especialistas do CAPES - Centro de Atendimento ao Passageiro Especial da EMTU/SP, no auditório da Câmara Municipal de Campinas. O evento contou com a presença de Assistentes Sociais, Coordenadores de Saúde, Técnicos dos Postos de atendimento e representantes dos secretários municipais de saúde de quase todas as 19 cidades que compõem a região, além de membros dos Conselhos dos Direitos da Pessoa com Deficiência da região de Campinas.

Neste seminário os especialistas da EMTU/SP e representantes da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, onde o programa já está em operação,  fizeram a apresentação do novo sistema de Emissão do Laudo Médico para a isenção tarifária aos usuários com deficiência e a partir da próxima segunda-feira, 13/05, os novos laudos já podem ser emitidos e os postos cadastrados na EMTU/SP terão um prazo de aproximadamente 60 dias para se adequarem ao novo modo de atendimento.

O  Laudo Eletrônico vai agilizar o processo de concessão do benefício da isenção tarifaria a pessoa com deficiência, melhorando a qualidade e a segurança no atendimento ao passageiro especial. Com este sistema, quando o atendente do Centro de Atendimento ao Passageiro Especial digitar o número do Laudo Eletrônico, todas as informações do usuário serão importadas automaticamente, o que vai acelerar a emissão do laudo que deve ficar pronto em cerca de 10 minutos.

Como vai funcionar?
A unidade de saúde do município sendo cadastrada no Sistema CIPEs receberá senha e loguin para a emissão do Laudo eletrônico, sendo de responsabilidade da unidade de saúde estas informações de acesso ao sistema. Ao ser preenchido os campos com os dados pessoais, endereço, e identificação da patologia de acordo com os exames apresentados pelo usuário, o laudo será impresso gerando desta forma uma identificação numérica integrada ao sistema CIPEs/EMTU.

Como é feito hoje?
Hoje o Laudo Médico é um documento utilizado pelas unidades de saúde para a isenção tarifaria da pessoa com deficiência. O impresso é encaminhado pela Departamento de Atendimento ao Passageiro Especial da EMTU/SP para as unidades de saúde, juntamente com um selo de autenticidade o qual  tem uma série numérica previamente cadastrada para a unidade. Sendo encaminhado de acordo com a demanda de cada unidade de saúde.

Cronograma de implantação

• Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte já está  100% já implantado.

• Região Metropolitana da Baixada Santista começou no último dia 25 de abril e tem prazo de 60 dias para a implantação completa; 

• Região Metropolitana de Campinas deve começar a operar com Laudo eletrônico a partir do dia 13 de maioe tem prazo de 60 dias para a implantação completa; 

• Região da Grande São Paulo estão previstos 4 seminários no mês de maio para esclarecimentos e início da implantação. 

• Dia 15 de maio - Auditório EMTU São Bernardo do campo. (07 Municípios)

• Dia 17 de maio - Câmara Municipal de Guarulhos ( 15 municípios)

• Dia 28 de maio - Câmara Municipal de Osasco ( 16 municípios)

Otimização das informações dos usuários
As informações que chegam ao CAPES serão disponibilizadas às Secretarias Municipais de Saúde que farão um acompanhamento em tempo real dos problemas mais comuns e da patologia de maior incidência. “Esta nova ferramenta é uma grande conquista nas áreas da saúde, cultura, educação, segurança, comunicação e vai ser também nos Transportes Metropolitanos. Vamos melhorar o atendimento e direcionar recursos financeiros e de pessoal para onde a demanda é maior”, destaca Sidneia Aparecida dos Santos, Chefe do Departamento dos Passageiros Especiais.

Integração ferroviária e hidroviária - Brasil / Argentina

Fonte:  http://www.epl.gov.br/index.php

O presidente da EPL, Bernardo Figueiredo, e o secretário de Transporte da República Argentina, Alejandro Ramos


Comunicado Conjunto - A integração ferroviária e hidroviária entre o Brasil e a Argentina foi o tema da reunião de trabalho realizada no dia 26 de março entre o secretário de Transporte da República Argentina, Alejandro Ramos, e o presidente da Empresa de Planejamento e Logística, Bernardo Figueiredo. A reunião foi realizada na sede da EPL, em Brasília, com a presença de técnicos da empresa brasileira, da Secretaria de Transporte da Argentina e de diplomatas dos dois países.
As duas partes decidiram intensificar os estudos preliminares para executar a ligação ferroviária entre Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, e Buenos Aires. Essa ligação possibilitará a articulação das redes ferroviárias do Brasil e da Argentina, chegando ao Paraguai, à Bolívia e ao Chile.
Foi discutida também a possibilidade de desenvolver conjuntamente a hidrovia entre o Mato Grosso do Sul e o Rio da Prata, pelos rios Paraguai e Paraná.
As duas delegações voltarão a se reunir em abril, em Porto Alegre.

Trem Bala Rio - São Paulo

Fonte: 


A Empresa de Planejamento e Logística (EPL) divulgou nesta quinta-feira (09/05) que alterou para 04 de junho a data da entrega das propostas para a contratação da empresa ou consórcio que irá gerenciar os trabalhos das empresas responsáveis pelo projeto executivo do Trem de Alta Velocidade (TAV).  O vencedor da licitação será responsável pelo gerenciamento, supervisão e apoio técnico às atividades do projeto.  Segundo a nota divulgada no site da EPL, a nova data “vai garantir maior competitividade ao processo”. A entrega estava marcada para a próxima terça-feira (14/05).

A Revista Ferroviária apurou que o motivo do adiamento foi a dificuldade dos consulados do Brasil no exterior em processar os documentos necessários para a habilitação de empresas estrangeiras na licitação.

Essa licitação é o primeiro passo para a entrega das propostas do leilão, em 13 de agosto.  De acordo com o edital, podem participar da licitação qualquer pessoa jurídica legalmente estabelecida no País; empresas estrangeiras, desde que consorciadas com empresas nacionais; e consórcios. No caso de consórcios, a constituição ou composição não poderá ser alterada.  Nenhuma licitante poderá participar da licitação com mais de uma proposta.

A contratação do gerenciamento do projeto será através do Regime Diferenciado de Contratação (RDC). A assessoria de imprensa da EPL informou que o valor do contrato é sigiloso, conforme as regras do RDC. A estatal recebeu mais de 100 perguntas no Caderno de Perguntas e Respostas que serão disponibilizadas.

O prazo de vigência do contrato é de 1.080 dias consecutivos, contados a partir da expedição da ordem de serviço inicial.  O edital e seus anexos estão disponíveis no site da EPL –www.epl.gov.br - e podem ser baixados gratuitamente.

Bombardier in world

Source: http://www.railway-technology.com/

Electrostar rail car
Image: The first Bombardier Electrostar Class 378 rail car will be run on the East London Line from the end of 2014. Photo: courtesy of Bombardier.

Bombardier Transportation has secured a $137m order from Transport for London (TfL) to deliver 57 additional rail cars to be operated on the London Overground network.
The new Electrostar Class 378 rail cars have been ordered as an option of an earlier order, and it will allow TfL to operate longer trains and increase passenger capacity on the London Overground network by 25%.
Delivery of the new trains will allow TfL to extend the existing Class 378 electric trains from four to five carriages across the network, although TfL will continue to operate four-carriage trains on the Gospel Oak to Barking route, where trains are diesel-powered.
The new cars are being ordered as a part of the £320m Capacity Improvement Programme as the population in London is expected to reach nine million by 2018.
The new trains will be manufactured at Bombardier's Derby facility, with delivery scheduled to start in late 2014 and expected to be completed in 2015.
Designed especially for suburban operations, the new trains will be capable of travelling at speeds of up to 120kmph and will be supported under an existing maintenance contract.
"The new cars are being ordered as a part of the £320m Capacity Improvement Programme as the population in London is expected to reach nine million by 2018."
TfL London Rail acting director Jonathan Fox said that the new longer trains will initially be introduced on the East London Line from the end of 2014.
"With this order, the London Overground Capacity Improvement Programme is firmly underway to meet the demands of increasing numbers travelling on our network," Fox said.
"In 2012/13, the network carried nearly 125 million passengers, nearly four times the number carried when we launched in 2007," Fox added.
"To enable this trend to continue and maintain our high levels for safe, reliable and frequent travel, we need to deliver more capacity by adding more carriages."
The new rail cars will be equipped with CCTV and also offer more standing room.
The Class 378 vehicles are part of the Electrostar family of electrical multiple units, which are currently in operation with other UK train operators, such as c2c, Southeastern, Stansted Express and Southern Railways.