segunda-feira, 13 de maio de 2013

Ferrovia Brasilia - Luziânia


Fonte: Sudeco
A primeira reunião do ano do Comitê Técnico da Ferrovia Brasília-Luziânia, ocorrida nesta quarta-feira, 08, foi marcada pela decisão de assinatura de termo de referência para contratação de Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA). O objetivo da ação é possibilitar a transformação da Ferrovia que liga Brasília a Luziânia - que atualmente transporta apenas cargas - em uma ferrovia mista, de passageiros e cargas. Os recursos necessários para realização do EVTEA serão desembolsados pela Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco) e pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
Segundo Marcelo Dourado,  Diretor-Superintendente da Sudeco e coordenador do Comitê, o trabalho do grupo será feito com a orientação de dar agilidade, transparência e economicidade ao processo.  “A nossa previsão é de que num prazo de quatro ou no máximo cinco meses tenhamos o EVTEA , que é o instrumento fundamental para o lançamento do edital de licitação para outorga da concessão de utilização da Ferrovia Brasília-Luziânia para o transporte misto. Com isso, o edital de licitação da outorga da concessão deve acontecer até novembro ”, afirma Dourado.“
Estiveram presentes à reunião representantes do Ministério da Integração Nacional, do Ministério dos Transportes, do Governo do Distrito Federal, do Governo de Goiás, da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

Vale a pena ver de novo


Para animar quem está meio desanimado.
eufariassim

http://www.revistaferroviaria.com.br/upload/Todos%20os%20projetos%202012.pdf

Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico)


Fonte: Cartola - Agência de Conteúdo
              Portal Terra
A Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico) começará a sair do papel em dezembro de 2013, prevê a Valec, estatal responsável pela obra. Com licitação para o projeto executivo de engenharia marcada para o fim de agosto, a chamada Ferrovia da Soja começa a caminhar após uma série de falhas elencadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no projeto básico.
Entre as principais obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a Fico é uma das mais atrasadas entre as futuras ferrovias do País. A expectativa inicial era ter iniciado as obras no final de 2010. Desde então, foram diversos adiamentos, até que o TCU impediu a licitação de milhares de trilhos devido a falhas no projeto. O trecho é a primeira parte de uma obra pretenciosa, a Ferrovia Transcontinental (EF-354), que ligará o litoral do Rio de Janeiro ao Acre, na fronteira brasileira com o Peru, interligando com a rede ferroviária daquele país até o Oceano Pacífico.

Fico vai se integrar com a ferrovia Norte-Sul em Goiás
Na nova licitação do projeto executivo, dividida em sete lotes, as empresas vencedoras farão estudos mais aprofundados dos 900 quilômetros entre Campinorte, em Goiás - onde se integrará à Ferrovia Norte-Sul -, e Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso. O detalhamento prevê dados topográficos, geológicos, geotécnicos, hidrológicos, entre outros, e a correção das falhas apontadas anteriormente pelo TCU. A expectativa da Valec é gastar em torno de R$ 70 milhões com o projeto executivo, que terá prazo de um ano para ser entregue.
Por meio de sua assessoria de imprensa, a Valec informou que a previsão é contratar o projeto executivo do trecho Campinorte até Lucas do Rio Verde até 5 de outubro deste ano. A empresa também prevê publicar o edital de licitação das obras até 15 de maio de 2013, fechar os contratos em agosto do mesmo ano e iniciar as obras em dezembro de 2013. Com relação aos problemas de atrasos no cronograma das obras, a Valec afirma tomar “todas as medidas necessárias para corrigir as falhas dos projetos e retomar o andamento no ritmo apropriado e condizente com a realidade de cada um”.
A realização da licitação do projeto executivo já anima o setor produtivo do Mato Grosso, principal produtor de grãos do País. Edeon Vaz Ferreira, coordenador-executivo do Movimento Pró-Logística - formado por entidades dos setores agropecuário, industrial, comercial e da sociedade civil organizada -, afirma que “este projeto está entre as prioridades do Movimento”, pelo seu potencial de escoamento da produção. Após tantos adiamentos, agora o representante do Pró-Logística está mais otimista. “Com o projeto executivo, mais detalhado e técnico, acreditamos que finalmente a obra vai ser concretizada”, afirma Vaz. A Fico vai permitir que os grãos produzidos na região Centro-Oeste saiam em direção aos portos de São Luís (MA), Ilhéus (BA), Pecém (CE) e Suape (PE).
O porto de Suape, em Pernambuco, será um dos destinos das exportações do Centro-Oeste

Outra opção de escoamento será o porto de Itaqui, no Maranhão

taqui concentrará o maior potencial de escoamento após a conclusão da Fico e da Norte-Sul

Estrada de Ferro Vitória Minas

A bons quando da licitação da sinalização da estarda de Ferro Carajás, eu e meu mestre Roberval conhecemos essa estrada devido a testes que realizamos para a licitação citada, que na época Carajás era estatal. Foi muito boa a visita e a convivência com o pessoal da estrada. Parabéns para toda a organização.
eufariassim

Fonte: 

Há 109 anos, em 13 de maio de 1904, era inaugurado o primeiro trecho da Estrada de Ferro Vitória a Minas, com 30 quilômetros entre Porto Velho e Alfredo Maia, passando por Cariacica. 

Em 2012, A EFVM foi a foi a ferrovia que mais transportou cargas no país, acumulando 133 milhões de toneladas. O minério de ferro é sua principal carga, totalizando 119 milhões de toneladas transportadas no ano passado. Em seguida, vem os produtos siderúrgicos, carvão mineral, celulose, coque, entre outros. 


A EFVM tem 905 quilômetros de extensão.  Sua estrutura é composta pela linha tronco, entre Ouro Branco (MG) e Vitória (ES) e os ramais de Belo Horizonte/Capitão Eduardo, Itabira, Aracruz, Porto Velho e Nova Era, sendo esse último desativado. Cerca de oito mil funcionários trabalham na ferrovia, tanto na parte operacional quanto administrativa. 

A criação da Companhia Estrada de Ferro Vitória a Minas foi fevereiro de 1902, quando o Governo Federal concedeu, através de um decreto-lei, a criação da empresa.  Com o anúncio sobre grandes jazidas de minério em Minas Gerais no ano de 1908, o percurso final da ferrovia foi mudado para a cidade de Itabira, onde uma grande mina seria explorada.

Segundo dados do Museu da Vale, as questões políticas sobre a exploração e a exportação do minério, a instalação de uma indústria siderúrgica e o cenário internacional de guerras mundiais (1914-1919; 1939-1945), dificultaram o processo de expansão e modernização da Vitória a Minas , por isso o primeiro carregamento de minério no Porto de Vitória só ocorreu no ano de 1940 e os trilhos só chegaram em Itabira em 1942.

A ferrovia ganhou impulso após 1942, com a criação da Companhia Vale do Rio Doce.  As primeiras melhorias na ferrovia ocorreram na década de 40, com a remodelação do trecho entre Vitória e Colatina (ES). Na década de 50 começaram a ser usadas as primeiras locomotivas diesel e a ferrovia recebeu melhorias na via. Uma década depois, foi dada a continuidade das locomotivas a vapor pelas locomotivas diesel-elétricas.

A duplicação da linha foi feita entre os anos de 1971 e 1977 e foi considerado um grande marco na evolução da ferrovia. 

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Infraestrutura

Seria a porta de entrada para a área de infraestrutura e assim as matrizes poderem através das filiais a serem estabelecidas aqui, terem também as mesmas vantagens das empresas locais. Tudo de acordo com plano estratégico devidamente estabelecido anteriormente.
eufariassim

Fonte: Valor Econômico


A Vale informou que 12 grupos, a maioria da Ásia, manifestaram interesse em comprar participações na sua unidade de logística, a VLI, que possui ferrovias, portos e terminais. O presidente da mineradora brasileira, Murilo Ferreira, disse que as propostas serão discutidas na próxima reunião do conselho, em junho. A empresa anunciou no fim do ano passado que planeja vender 50% da unidade.

A Vale informou ontem que 12 grupos, a maioria da Ásia, manifestaram interesse em comprar participações na sua unidade de logística, a VLI, que possui ferrovias, portos e terminais. O presidente da mineradora brasileira, Murilo Ferreira, disse que as propostas serão discutidas na próxima reunião do conselho, em junho. A empresa anunciou no fim do ano passado que planeja vender 50% da unidade.

CAF Power & Automation

Source: http://www.railway-technology.com/


CAF Power & Automation is an international company dedicated to the design and manufacture of onboard power equipment and communication and control systems for all types of rolling stock. CAF Power & Automation is also a solution provider of reliable technologies, with experienced R&D and a highly qualified team.

Electric power systems and energy

CAF Power & Automation is a very experienced company when it comes to the design and manufacture of electrical traction equipment and energy storage systems for all type of rolling stock.
Our different working areas include:
  • DC traction converters: 750V, 1,500V, DOUBLE 1,500VDC, 3,000VDC, DUAL 750 / 3,000VDC
  • AC traction converters: 25kVAC traction converters
  • Energy storage systems: FREEDRIVE (catenary-free running tramways) and EVODRIVE (energy efficiency)

Information and communications systems

CAF Power & Automation develops intelligent transport systems (ITSs), which are committed to the concept of sustainable mobility. This means increasing mobility on the basis of improving transport's efficiency and effectiveness, and providing safety and comfort to users; the successful meeting of this objective has helped to develop our own ICT-based ITSs.
Our different areas of knowledge include:
  • Control systems: recording, detection and monitoring of any variable on a train
  • Experience in buses: TCN, CAN, Ethernet and 485
  • Monitoring and logging systems: wireless interface equipment, real-time monitoring and alarm management, record and data storage, content upgrades and record downloads scheduling, user profile management and register viewer
  • Passenger information systems: PIS / PAS
  • Multimedia platforms
  • Communication solutions

Embedded systems

CAF Power & Automation devises, designs, supplies and services critical electronic solutions (real-time and functional safety). We offer products, service (design, development and management of the entire lifecycle of the solution) and consulting in the following specialisation fields:
  • Software: firmware, drivers, middleware, applications, human machine interfaces, communications connections and tools
  • Hardware: among other electronic platforms, the BEGA (BITART Electronics for General Application) is worthy of mention
  • Functional safety: lifecycle management methodology and different certified projects
  • Testing and simulation systems: HW-SW test laboratory, testing tools, functionality and requirement verification, coverage of the high level code (up to Level A)
  • Electronic system engineering: devising, design and analysis

About CAF Power & Automation

We are part of the CAF Group, which has specialised in the railway business for over 100 years, and whose valuable experience backs us as a reliable supplier. We are an innovative company, adapting our solutions to the needs of each customer and offering turnkey solutions. CAF Power & Automation is certified by IRIS, CMMI, ISO 9001 and ISO/IEC 15504.

VLT de Mogi das Cruzes

Fonte: 

A Prefeitura de Mogi das Cruzes analisa propostas de melhorias e soluções para o trânsito da cidade elaboradas por engenheiros e arquitetos vencedores de um concurso de ideias promovido pela Câmara Municipal em parceria com entidades da área de planejamento urbano.  As sugestões envolvem desde medidas simples - como mudanças de local de pontos de ônibus - até intervenções complexas, como a implantação de Veículo Leve Sobre Trilho (VLT). As propostas dos três primeiros colocados estão sob análise do Executivo desde 20 de abril e ainda não há prazo para conclusão.

A Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos de Mogi das Cruzes (Aeamc) ajudou a organizar o concurso. “Pedimos propostas simples, nada mirabolante. O objetivo não é resolver – para resolver só se desmanchasse Mogi das Cruzes e fizesse de novo – mas melhorar o trânsito da cidade. Se a gente colaborar com alguma coisa já teremos a missão cumprida. Às vezes a prefeitura está próxima demais do problema e não consegue enxergar as soluções. Quem está de fora pode perceber e ajudar”, comenta o presidente da entidade, o engenheiro Orlando Pozzani.

As propostas vencedoras foram elaboradas pela equipe formada pelo engenheiro Gilmar Aparecido Gallo e as arquitetas Kátia Suemi Tanaka e Giovana Dias de Campos. O projeto foi dividido em ações de curto, médio e longo prazo.

Mão dupla na São João
Entre as propostas que podem ser imediatamente aplicadas está a extensão da mão dupla da Rua São João, no Centro da cidade. O projeto sugere que ela seja feita “do trecho que compreende o Hospital Mogi D’or até a Rua Cardoso Siqueira, com a finalidade de diminuir o fluxo de veículos no sentido da Rua Dr. Corrêa e no semáforo da Praça 7 de Setembro.”

O motorista Haroldo Corrêa, que trabalha naquela região, concorda com a ideia. “Esse pedacinho só de contramão é meio ‘fora de ética’. Quem tem que pegar a Cardoso Siqueira tem que dar a volta por trás e pegar vários sinais”, comenta.

Ele afirma que já viu vários carros quase baterem na altura da praça João Martins de Melo. “Tem gente que sobe a São João e que bate em quem está no sentido oposto e vai virar”, conta.

Pontos de ônibus
Outra proposta é o remanejamento dos pontos de ônibus da Praça do Carmo e da rua Dr. Corrêa, que ficam bastante próximos. O projeto argumenta que “a ocorrência de três ou mais ônibus parados em ambos os pontos causa transtorno aos demais automóveis, sobrando pouco espaço para a circulação”. Porém, não há sugestão de para onde esses poderiam ser realojados.

Motoristas sugerem que, no caso do ponto da praça,  uma alternativa é restrição de um ou outro tipo de ônibus, já que atualmente o local recebe tanto coletivos circulares quanto intermunicipais. “Se o ponto sair daqui vai para onde?  Não tem onde colocar. Uma coisa seria se o intermunicipal pegasse a Barão de Jaceguai, aí talvez não atrapalhasse tanto”, comenta o desenhista Denilson Ayres.

Já o aposentado Daniel de Lima tem uma opinião diferente. “Acho que deveria ter mais pontos ou as pessoas tomar ao lado do terminal. No Carmo deveria ser intermunicipal, as linhas que vão mais longe”, acredita.

Estacionamento para carro-forte
A arquiteta Katia Tanaka – coautora do projeto vencedor – observa que há problemas quando carros-fortes descarregam dinheiro em frente aos bancos. “A Avenida Voluntário Pinheiro Franco tem três faixas de rolamento, mas há ocasiões em que na faixa da direita os ônibus estão parados nos pontos e na faixa da esquerda o carro-forte está na porta do banco, sobrando apenas uma pista para os demais motoristas”. Na opinião dela, algumas medidas simples poderiam resolver o problema. “Muitos bancos têm estacionamento próprio, poderia haver uma lei municipal determinando que os carros de serviço bancário usem os estacionamento das próprias agências para descarregar os valores. Em outros pontos da cidade poderiam haver vagas exclusivas para os carros-fortes”, sugere a arquiteta.

Bolsões de estacionamento
Além das sugestões de aplicação mais fácil e baixo custo, o projeto vencedor também propõe ações mais ambiciosas. Uma das ideias é a implantação progressiva de bolsões de estacionamento.
Primeiro, haveria um bolsão para vans e ônibus escolares com a finalidade de organizar e desobstruir as avenidas próximas às universidades, funcionando apenas no horário noturno das faculdades. Num segundo momento, outros quatro bolsões seriam destinados a motoristas de carros de passeio. Eles seriam implantados em Brás Cubas, Vila Industrial, Mogilar e Jardim Camila.

Pelo projeto, o usuário teria um espaço monitorado para estacionar seu veículo e seguir para seu destino em linhas de micro-ônibus fazendo o percurso Bolsões-Centro e vice-versa. A ideia é substituir o transporte individual pelo coletivo, desafogando o trênsito no centro da cidade.

Autor do projeto, o engenheiro Gallo cita um exemplo, de um usuário que necessita ir ao shopping e ao mercado municipal. “O usuário estaciona no bolsão da Vila Industrial, acessa o micro-ônibus em direção ao shopping e realiza suas compras. Em seguida acessa novamente o micro-ônibus em direção ao Mercado Municipal, faz as compras e retorna em outra linha de micro-ônibus no trajeto Mercado-Bolsão da Vila Industrial.

Veículo Leve Sobre Trilhos
Num segundo momento, o engenheiro propõe a implantação de Veículo Leve Sobre Trilho (VLT)  ligando os terminais de ônibus e os bolsões de estacionamento, num complemento aos ônibus e micro-ônibus. Em sua justificativa, o engenheiro justifica que "o VLT trabalha de eficiente e ecológica, movido por energia elétrica, não gerando poluição".

Há inclusive a sugestão de linhas:
Leste-Oeste  - Ligando Jundiapeba a César de Sousa (num corredor paralelo à linha férrea).
Sul-Oeste - Interligando Vila da Prata, Mogi Moderno e estação de Brás Cubasda CPTM (usando trajeto da Avenida Henrique Peres e Rodovia dom Paulo Rolim Loureiro).

Norte-Oeste - Interligando os bairros Rodeio, Ponte Grande, Vila Industrial, Parque Leon Feffer e Vila São Francisco,  chegando até a estação de Brás Cubas (pela Perimetral).

Morador de Mogi há 17 anos, Gallo acredita que é preciso diminuir a quantidade de carros do Centro da cidade. "A cidade cresceu demais e é desenvolvimentista, atraindo cada vez mais indústrias e empreendimentos. Atualmente a frota tem 200 mil veículos e em 10 ou 20 anos serão 350 mil. Haverá um colapso nos próximos anos. Para evitar o caos é preciso pensar em obras para as próximas décadas".

Prefeitura avalia
Os projetos não levantam os custos para aplicar tais ideias. O G1 entrou em contato com a Prefeitura, mas a Secretaria de Transportes não vai se pronunciar porque as propostas estão sendo analisadas pelo setor de Engenheria de Tráfego. Segundo a administração municipal, é preciso analisar as consequências e impactos das medidas. Porém, não há prazo para a conclusão da análise.