quarta-feira, 3 de julho de 2013

Alstom in world

Source: railway-technology.com

Alstom Citadis-Cuenca

Image: The 14 Citadis trams will be operated on Cuenca's 10km tramway, which is scheduled to open in 2015. Credit: Alstom Transport.

CITA Cuenca will also be responsible for the electrification, power supply and system integration on the city's 10km tramway line, which is currently in development and will cover 20 stations.
The new line, Ecuador's first tramway system, will open in 2015 and is expected to transport around 120,000 passengers a day.
Alstom will deliver its APS3 catenary-free power system to preserve the historic heritage of the city, which has been recognised as a UNESCO World Heritage Site.

The power supply to the trams will be provided through a third rail embedded in the ground between the running tracks.
Following completion, Cuenca will be the first city to operate a catenary-free tram in the Americas; the system has already been in service in many French cities such as Bordeaux, Reims, Angers and Orleans.
"The new line, Ecuador's first tramway system, will open in 2015 and is expected to transport around 120,000 passengers a day."
The catenary-free tram system will also be used in Tours, France, and in Dubai, United Arab Emirates.
Alstom Transport senior vice president in Latin America Michel Boccaccio said that the recent order will help the company show other Latin American countries that similar projects can be developed in their cities.
"This project and our Citadis will improve the urban mobility of Cuenca, home to about 500,000 inhabitants, with one of the cleanest, most efficient and most comfortable means of public transportation," Boccaccio said.
Alstom's 33m-long Citadis tram is capable of accommodating around 300 passengers and its low floor and wide doors provide easy access for passengers with reduced mobility.
All Citadis trams and the infrastructure components will be produced at the company's French facilities at La Rochelle, Ornans, Vitrolles and Saint Ouen.

Só 4% dos municípios têm plano de transporte, revela IBGE

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/

Um dos pontos centrais da onda de protestos que tomou conta do País , o transporte coletivo é objeto de políticas públicas municipais, mas praticamente sem canais de participação popular e planos específicos. O Perfil dos Municípios Brasileiros (Munic 2012) divulgado nesta quarta-feira (03), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que apenas 6,4% da 5.565 cidades do País têm Conselho Municipal de Transporte, canais que reúnem representantes dos governos, usuários, trabalhadores e empresários. A proporção de municípios com Plano Municipal de Transporte é ainda menor, de 3,8%.
Mais Munic 2012: 


"O conselho municipal é onde a sociedade civil pode se pronunciar e o plano municipal detalha desde a estrutura viária, o asfaltamento de ruas até itinerários de ônibus e até tarifas das passagens podem ser incluídas", diz a gerente da Munic 2012, Vania Pacheco.
Transporte público não é foco nos municípios brasileiros
Getty Images-Transporte público não é foco nos municípios brasileiros

A Munic 2012 é a décima edição do perfil dos municípios brasileiros. As prefeituras são responsáveis pelas respostas dos questionários. As informações foram colhidas entre maio e dezembro do ano passado.
Os dados mostram que somente 3,5% dos municípios brasileiros têm fundos municipais específicos para transportes, chegando a 47,4% das cidades com mais de 500 mil habitantes e menos de 2% nas cidades com até 20 mil moradores. Os fundos são mais um recurso de descentralização das políticas públicas.
Na publicação, os técnicos do IBGE dizem que "as prefeituras tradicionalmente concentram suas ações na implantação e manutenção das vias públicas, têm pouca atuação na gestão de trânsito e se limitam a administrar a tarifa dos serviços de ônibus". "Para solucionar as periódicas crises que envolvem os setores da população que mais dependem do transporte coletivo, os governos, em geral, apresentam respostas superficiais", diz o estudo. "A participação da população na formulação de políticas e na gestão do transporte é um instrumento prático para provocar ações efetivas na área, além de auxiliar na fiscalização da atuação da prefeitura no setor", conclui.
A existência de conselhos e de planos municipais de transporte cresce de acordo com o tamanho das cidades. Nas cidades que têm entre 100 mil e 500 mil moradores, 43,6% têm conselhos e 22,4% têm planos de transporte. Nos grandes centros urbanos, com mais de 500 mil habitantes, as proporções sobem para 76,3% de cidades com conselhos municipais e 55,3% de cidades com planos de transporte.
Metrô
A pesquisa mostra que apenas 0,3% dos municípios têm metrô, todos com mais de 50 mil habitantes. A proporção se manteve a mesma de 2009. Somente no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Brasília a maior parte do percurso é subterrânea. Nas demais cidades, são de superfície. Houve aumento no porcentual de municípios com transporte por mototáxi e com serviço de táxi e queda nos municípios que com transporte por trem, passando de 3% para 2,5% entre 2009 e 2012. Os serviços mais frequentes são de ônibus intermunicipais, que estão em 85,8% dos municípios.
    Texto

    terça-feira, 2 de julho de 2013

    VLT de Cuiabá

    Fonte: 



    O estudo elaborado pela Secretaria da Copa (Secopa) em parceria com a Prefeitura de Cuiabá sobre o funcionamento e alimentação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), deve ser concluído neste segundo semestre, conforme previsão do secretário da Copa, Maurício Guimarães. Através deste Plano de Mobilidade Urbana serão redefinidas as linhas dos ônibus que operam em Cuiabá.
    Atualmente, existem 371 ônibus que compõe a frota em Cuiabá, sendo 24 ônibus de reserva. O aumento ou redução desta frota será feito a partir deste estudo. O secretário municipal de Transporte, Antenor Figueiredo, aponta que equipe da Secretaria participa da Comissão que elabora o projeto de estudo sobre a alimentação do VLT.
    “Enquanto não soubermos como será o funcionamento do VLT, não saberemos como será a questão das linhas dos ônibus que devem alimentar o modal. Este estudo concreto deve apontar quantos ônibus seriam precisos para alimentar o VLT”, disse Antenor.
    A previsão deste Plano de Mobilidade Urbana é de que cerca de 80% dos ônibus deixem de circular nas principais avenidas da cidade, sendo que as linhas municipais de Cuiabá devem sofrer uma redução de cerca de 50%. O estudo irá apontar quais linhas serão extintas e quais devem permanecer. Sobre o valor da passagem, o governo do Estado exigiu que deve ser compatível e integrado aos sistemas de arrecadação do transporte público em Cuiabá e Várzea Grande, atualmente, fixado em R$2,85.
    Já o presidente da Associação Matogrossense de Transportes Urbanos (MTU), Ricardo Caixeta, criticou o atraso da Secopa em realizar este estudo. “Este Plano de Mobilidade Urbana deveria ter sido uma das primeiras coisas a se fazer quando decidiu pela implantação do modal”, apontou.
    Caixeta descarta conclusão do VLT em março de 2014, conforme cronograma da Secopa. Para o presidente do MTU, as obras devem ficar prontas apenas do trecho do Aeroporto em Várzea Grande até o bairro do Porto em Cuiabá. “Não acredito que a obra fique pronta para 2014, mas ela ficará e com isso, haverá mudança em todas as linhas do ônibus”, observou.
    O secretário Antenor Figueiredo observa que o transporte é o mais prejudicado com as obras da Copa. “As obras tem causado grande transtorno ao trânsito e o transporte público sofre com este desgaste, mas estudaremos o aumento da frota a partir deste estudo do VLT, mas, até o fim do ano, os ônibus com mais de 10 anos, serão trocados. Então, a renovação dos ônibus é garantida”, destacou.
    Dos 395 ônibus, incluindo os reservas, devem ser trocados 13 ônibus, já que existem 10 ônibus com 9 a 10 anos, e três ônibus com 10 a 11 anos. “Existe o prazo de cinco anos para se trocar a frota dos ônibus antigos, quando chega aos 10 anos de uso, temos uma média permitida de tempo de uso, e a Secretaria tem fiscalizado isto constantemente”, garantiu Figueiredo.
    São mais de 367 mil usuários do transporte coletivo em Cuiabá, que rendem mensalmente, o valor de mais de R$4 milhões.

    MT não deverá receber outorga para VLT a preço popular

    Fonte: 

    O futuro e a exploração de grandes obras executadas para a Copa do Mundo de 2014, como a Arena Multiuso Pantanal e o Veículo Leve Sobre Trilhos -VLT, deixam uma dúvida no ar e a eterna expressão se as mesmas não seriam “Elefantes Brancos”, ou seja, se utilidade no pós jogo.

    Em busca de algumas sugestões que serão apresentadas ao Governo do Estado pelo economista e consultor, Vivaldo Lopes, que defende literalmente que o Poder Público repasse a exploração para a iniciativa privada. “Existem interessados em grandes empresas e até mesmo nas construtoras que executam as obras de assumirem suas gestões, numa clara demonstração de que são viáveis na sua exploração econômica e até mesmo social”, disse o economista que também é secretário -adjunto da Secretaria de Fazenda de Mato Grosso.

    Para Vivaldo Lopes existem três opções a serem efetivamente colocadas em prática pelo Governo Silval Barbosa, mas todas encaminham para um único sentido, privatizar a exploração tanto do VLT como da Arena Multiuso Pantanal, só que com modelos diferenciados, já que para o VLT como se trata da prestação de um serviço público, ele defende que não haja nenhum tipo de recebimento para os cofres públicos. “O Estado emprestou R$ 1,4 bilhão para serem pagos em 30 anos e que estão dentro da capacidade de endividamento do Tesouro Estadual. Então o governador Silval Barbosa como estadista que é com certeza vai optar pela concessão pública dos serviços para a iniciativa privada através de uma licitação internacional e não vai recebervalor de outorga pela exploração ou abatimento dos empréstimos, justamente para que a empresa que administrar o VLT possa cumprir a ordem do Governo do Estado que será de praticar a tarifa social, de idêntico valor ou até mesmo mais barata que o cobrado nos ônibus atualmente e que foi palco de protestos em todo o Brasil”, explicou o economista e consultor.

    Para ele a cobrança de outorga para quem assumir o VLT encarecerá o custo final da passagem, ao passo de que sem outorga, apenas com a autoridade de arbitrar o preço da tarifa o Governo do Estado poderá exigir uma tarifa social mínima, com serviço de excelência. Já para a empresa ou consórcio de empresas que administrarem o VLT a quase totalidade da tarifa manterá os serviços prestados por eles, além de outros meios de exploração como publicidade nas estações e nos próprios veículos como se vê nas grandes cidades em todo o mundo, fora lanchonetes, estacionamentos e outros serviços indiretos que podem ser taxados pelos exploradores.

    Bombardier in world

    Fonte: http://www.railway-technology.com/

    S-Bahn Hamburgo
    Imagem: O primeiro trem da Bombardier está programado para ser entregue ao S-Bahn Hamburgo em 2016. Crédito: Bombardier .

    A ordem segue a confirmação do Parlamento Hamburgo que o S-Bahn vai operar rede urbana de Hamburgo, na Alemanha, por mais 15 anos a partir de 2018.
    O contrato inclui uma opção de encomendar 86 trens adicionais até o final de 2018.
    Bombardier tem dito que esta é a primeira vez que ele está entregando os trens de S-Bahn Hamburgo sem um parceiro.
    As novas elétricos várias unidades de três carros terão três portas giratória deslizantes duplas de cada lado e corredores largos para permitir o fluxo de passageiros rápido.
    "O contrato inclui uma opção para encomendar 86 trens adicionais até o final de 2018."
    Os novos trens possuem áreas polivalentes em cada extremidade para usuários de cadeiras de rodas, carrinhos de bebé, bicicletas e bagagem oversize.
    Sistemas de informação de passageiros exibirá informações sobre a conexão de trens ou alterações aos horários de funcionamento.
    Os trens de tensão única, capaz de viajar a uma velocidade máxima de 100kmph, será executado na rede S-Bahn, enquanto os trens dual-tensão, que podem atingir velocidades máximas de 140kmph, será operado em extensões para regiões suburbanas de Hamburgo.
    Os primeiros oito trens estão programados para serem entregues até o final de 2016, para uma fase de testes de 40 semanas.
    Após a conclusão dos testes, a empresa vai começar a entrega dos restantes 52 trens, que devem chegar até o final de 2018.
    Da Bombardier Hennigsdorf fábrica na Alemanha será responsável pela realização do conjunto dos trens de design, engenharia e final, enquanto os vagões serão fabricados na planta da empresa Siegen.

    VLT de Fortaleza

    Fonte: http://www.opovo.com.br/jornaldehoje/

    Para minimizar os transtornos e garantir a conclusão no prazo, as obras na Santos Dumont estão sendo realizadas em três turnos

    Marcações no chão já sinalizam os locais onde serão erguidos os quatro túneis da avenida Almirante Henrique Saboia (Via Expressa). Já são quase dois meses de execução da primeira passagem subterrânea, no cruzamento com a avenida Santos Dumont. Em agosto, a segunda etapa dos trabalhos interditará parcialmente a Via Expressa. No segundo semestre, outros dois cruzamentos da via (com as avenidas Alberto Sá e Padre Antônio Tomás) também serão transformados em canteiros de obras. O quarto túnel será longitudinal sob a própria Via Expressa.

    A promessa da Prefeitura é de terminar as obras para a Copa de 2014 e minimizar os transtornos, com cronogramas rígidos e execução em três turnos. “Agora partiremos para a segunda etapa, que é o miolo, exatamente no entrocamento das vias, para efetivar a passagem do trilho do VLT (Veículos Leves sob Trilhos), que está sendo executado pelo Estado”, afirma o coordenador da Secretaria Extraordinária da Copa (Secopafor), Daniel Lustosa. A terceira etapa será a construção do túnel na altura da rua Frei Mansueto.

    Conforme a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinf), serão efetuadas 45 desapropriações em toda a Via Expressa, a um custo de R$ 36 milhões. Os primeiros pagamentos serão feitos ainda esta semana. “As desapropriações são estritamente para a execução de aumento das vias. As avenidas que cruzam a Via Expressa precisarão ser maiores”, diz Daniel.

    A expansão da Santos Dumont deverá comportar três faixas que formarão o túnel e duas pistas locais, que darão acesso aos comércios e às ruas laterais. No entanto, comerciantes reclamam que a intervenção já provocou o fechamento de uma padaria e a redução entre 50% e 80% nas vendas dos comércios.
     
    Sistema binário

    O início do sistema binário de trânsito na Aldeota, que transformará a Santos Dumont em sentido único sertão-praia e a avenida Dom Luís (Júlio Abreu) no sentido oposto, terá início após conclusão do túnel. O POVO noticiou o projeto em 2010 e em maio deste ano, quando a mudança foi anunciada como efetiva. Daniel Lustosa explicou que, num primeiro momento, o sentido único da Santos Dumont terá início apenas a partir do túnel.

    “A mão dupla vai até a Via Expressa, onde será preciso dobrar à direita para acessar a Dom Luís. Quem vem da Praia do Futuro não entrará no túnel”. Segundo Daniel, a escolha para o início da construção dos túneis na Santos Dumont se deu porque o cruzamento apresenta o maior fluxo de veículos: 60.584 por dia. Os outros (Via Expressa com Alberto Sá e com Padre Antônio Tomás) têm fluxo diário de 44.759 e 55.222 veículos, respectivamente.

    Saiba mais
     As obras da Via Expressa complementarão as do VLT. O objetivo é ligar os terminais do Papicu e da Parangaba.
     
    As intervenções nas avenidas serão executadas em uma extensão de sete quilômetros e custarão R$ 145,27 milhões.
    As desapropriações para construção do túnel longitudinal sob a Via Expressa, entre as avenidas Santos Dumont e Padre Antônio Tomás é de responsabilidade do Governo do Estado.
     Para todos os túneis, o valor total das desapropriações será de R$ 86 milhões, sendo R$ 50 milhões com recursos municipais e R$ 36 milhões do Governo do Estado.
     
    A Prefeitura de Fortaleza fará divulgação detalhada sobre obras e desvios de cada túnel a ser construído.

    domingo, 30 de junho de 2013

    VLT de Cuiabá

    Fonte: MidiaNews
    LISLAINE DOS ANJOS
    DA REDAÇÃO


    Consórcio inicia construção de ponte sobre o Rio Cuiabá

    O Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande deu início aos preparativos para a construção de mais uma ponte sobre o Rio Cuiabá. 

    Desta vez, ao lado da antiga Ponte Júlio Müller - no bairro do Porto -, que liga a Avenida XV de Novembro, na Capital, à Avenida da FEB, em Várzea Grande.

    Essa já é a sétima frente de serviços para implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na Grande Cuiabá. A previsão é de que a obra seja concluída dentro de oito meses - ou seja, até fevereiro de 2014.

    Cerca de 30 operários já trabalham no local em serviços ligados às obras civis e de meio ambiente, como o estudo de resgate arqueológico no Muro de Barão de Melgaço (localizado no lado direito da ponte, no sentido Cuiabá-Várzea Grande).

    Operários também atuam na limpeza do local para a construção de toda a estrutura para trânsito de máquinas e trabalhadores no local.

    Passarela será usada para a passagem de máquinas e trabalhadores

    Chamada de “ponte branca”, a passarela de madeira erguida sobre a lâmina d’água será usada para passagem de máquinas e equipamentos, durante a execução da infraestrutura (fundação) da ponte. A fundação será executada com tubulões.

    Finalizada a infraestrutura, o consórcio dará início à etapa de mesoestrutura, quando são construídos pilares para sustentação das vigas travessas.

    As vigas pré-moldadas e o plano de pista (tabuleiro) serão executados em seguida, durante a fase de superestrutura.

    Segundo informações do consórcio, a obra não irá causar interferências no trânsito, mas só devem ser aceleradas quando o resgate arqueológico for concluído, o que deve ocorrer dentro de 50 dias.

    Durante essa etapa, a equipe de engenharia de produção já trabalha na execução de atividades para a edificação da ponte, que terá grande parte da estrutura feita com materiais pré-moldados, o que garante a celeridade da obra.

    A obra

    A ponte terá 350 metros de extensão e será construída do lado direito da ponte já existente – e que hoje serve ao fluxo que segue de Várzea Grande para Cuiabá.

    Vale ressaltar que a Ponte Júlio Müller atualmente é formada por duas estruturas independentes, postadas uma ao lado da outra.

    A nova ponte será usada para o tráfego de veículos que seguem no sentido Várzea Grande-Cuiabá.

    Já a ponte central servirá para a passagem exclusiva do VLT, tendo a sua estrutura ajustada para implantação da via permanente para passagens dos trens. A faixa ocupada pela via permanente ao longo de todo o trecho é de oito metros de largura.

    Após a conclusão da passarela, as obras de fundação terão início

    A ponte que hoje é utilizada por quem segue de Cuiabá para Várzea Grande continuará com o mesmo sentido e também receberá reforço.

    O VLT


    O Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande é formado pelas empresas Santa Bárbara, CR Almeida, CAF Brasil Indústria e Comércio, Magna Engenharia Ltda. e Astep Engenharia Ltda.

    As empresas são responsáveis pela implantação do VLT ao longo dos canteiros centrais das avenidas Historiador Rubens de Mendonça (Av. do CPA), Coronel Escolástico, Fernando Corrêa da Costa, XV de Novembro e FEB.

    O VLT foi licitado pela Secopa em maio de 2011. O contrato, no valor de R$ 1,477 bilhão, foi assinado pelo Estado com o Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande.

    Ao longo dos 22,2 km de trajeto do VLT, estão previstas as construções de cinco viadutos, quatro trincheiras e três pontes.