quinta-feira, 8 de agosto de 2013

TAV Rio - São Paulo

Fonte: Valor Econômico

Na tentativa de forçar uma concorrência no leilão do trem-bala Rio-São Paulo-Campinas, cuja entrega de propostas está marcada para o dia 16, dois consórcios estrangeiros foram chamados às pressas ontem pelo governo para reuniões em Brasília.

O ministro dos Transportes, César Borges, conversou pessoalmente com executivos dos grupos da Espanha e da Alemanha. Ambos os grupos asseguraram estar dispostos a entregar ofertas competitivas até o fim do ano, caso o leilão seja adiado, mas descartaram apresentar propostas se a data atual for mantida.

Com isso, segundo fontes do governo, tornou-se altamente improvável a manutenção de sexta-feira da próxima semana como o dia D do trem de alta velocidade (TAV). Só os franceses, com a Alstom e a operadora estatal SNCF à frente, se mantêm firmes na disposição em entregar uma oferta agora. No Palácio do Planalto, dá-se como certo que a presidente Dilma Rousseff se recusará a fazer o leilão com apenas um concorrente, em meio a um noticiário político dominado por denúncias sobre um cartel de empresas no setor ferroviário.

A Siemens, que havia deixado a corrida pelo trem-bala, disse que pode voltar à disputa caso o leilão fique para o fim do ano. O grupo espanhol, encabeçado pela operadora Renfe e pela fabricante de trens Talgo, pede pelo menos dois meses de prazo e também garantiu ao ministro que não tem condições de entregar uma proposta no dia 16.

Uma das maiores preocupações era saber se os consórcios estão blefando, ao pedir mais prazo, ou se realmente estão dispostos a entrar no leilão do TAV daqui a três ou quatro meses. Eles garantiram que a disposição existe de verdade e não voltarão atrás em cima da hora, pedindo novos adiamentos mais à frente.

As informações serão levadas à presidente Dilma Rousseff e deixam o cenário ainda mais incerto. Até a semana passada, Dilma estava inclinada a postergar o leilão para 2015, em um eventual segundo mandato. Avaliava que, saindo vitoriosa das urnas, teria legitimidade para tocar o projeto e passar por cima de críticas. Com as manifestações de junho, que colocaram os investimentos em mobilidade urbana no topo da agenda política, ela via essa alternativa como a mais conveniente.

Após as conversas com os dois consórcios da Espanha e da Alemanha, Dilma terá que avaliar outra possibilidade: fazer o leilão, com a promessa de três concorrentes, até o fim do ano. A presidente pretendia fazer uma nova reunião sobre o assunto, no Planalto, entre hoje e amanhã.

Segundo o relato feito ao governo, a desistência dos espanhóis de entregar uma proposta no dia 16 não está relacionada ao acidente ferroviário em Santiago de Compostela, em julho. Na verdade, o grupo da Espanha alega que uma mudança de regras no leilão, 44 dias atrás, foi crucial.

Até o fim de junho, o resultado do leilão seria definido por uma combinação de dois critérios: o maior valor de outorga (70% da nota final) e o menor custo para a construção da infraestrutura do trem (30% da nota). O segundo critério acabou caindo, com aval do Tribunal de Contas da União (TCU), e ganhará a disputa quem se dispuser a pagar mais. Isso, segundo os espanhóis, fez desmoronar a oferta que vinha sendo desenhada nos últimos meses.

Para padrões europeus, a Espanha tem um relevo mais complicado, com montanhas e declives. Isso faz com que o país tenha soluções de engenharia ferroviária mais competitivas para a construção de túneis e viadutos. Na França e na Alemanha, por exemplo, os trens de alta velocidade circulam sobretudo em planícies.

Com a mudança de regras, os espanhóis - antes tidos como favoritos - perderam seu principal fator de competitividade. Eles também reclamaram das cartas do BNDES, de fundos de pensão estatais e dos Correios que enumeravam condições para entrar no capital da futura concessionária. O grupo da Espanha quer mais tempo para fazer consultas a esses órgãos e tirar dúvidas.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

VLT de Santos

Fonte: EMTU

EMTU/SP inicia compensação ambiental das obras do VLT em Santos
Começa nesta quinta-feira, 08/08, o plantio de 220 mudas de árvores de um total de 2.815 previstas para a compensação ambiental pelas 564 árvores que estão sendo retiradas do trajeto do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos).

As espécies escolhidas foram ipês amarelos, roxos, quaresmeiras, manacás da serra, copaíba, aroeira, aldrago, amoreira e pitangueira, que serão plantadas nas proximidades do trajeto do VLT.

Serviço
Plantio de mudas de árvores ao longo do VLT
Data: 5a. feira (08/08)
Horário:  9h
Local: Praça Maria Coelho Lopes - bairro Santa Maria, na Zona Noroeste, Santos

VLT de Cuiabá

Fonte: http://www.24horasnews.com.br/



O Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande iniciou o lançamento das vigas pré-moldadas no viaduto da MT-040, que está sendo erguido na avenida Fernando Corrêa da Costa, no entroncamento com a rodovia Palmiro Paes de Barros. É o início da terceira etapa da construção do elevado, a chamada superestrutura, cuja fase inclui também o lançamento das pré-lajes, concretagem das lajes, implantação das barreiras de segurança para, finalmente, executar o pavimento e acabamento.
 
Nas próximas semanas, as atividades nesta frente avançada de obras estarão concentradas no assentamento das vigas. Ao todo são 140 unidades, que já estão estocadas no local, o que facilitará a logística e proporcionará um ritmo mais acelerado ao processo.      
 
Com o lançamento das vigas pré-moldadas e o início das fases subsequentes, a construção do viaduto caminha para a reta final. Atualmente, 71,4% das obras estão finalizadas, sendo 100% da fundação e 100% da mesoestrutura. Paralelo ao lançamento das vigas está em fase de planejamento as ações para iniciar os trabalhos para construção das pistas marginais e da rotatória. Atualmente, cerca de 50 homens estão trabalhando no canteiro de obras, com atividades executadas em turno diurno.
 
Histórico - As atividades para construção do viaduto da MT-040 começaram em fevereiro deste ano. O viaduto rodoferroviário terá aproximadamente 445 metros de extensão. Será constituído de duas faixas de circulação por sentido para o tráfego geral, além da via permanente para a circulação do VLT. Sob o viaduto haverá também faixas de circulação (pistas marginais) e uma rotatória de acesso aos bairros do entorno e à MT-040. (Informações da assessoria Secopa)


terça-feira, 6 de agosto de 2013

Mobilidade Urbana

Fonte:ANTF
Em coletiva à imprensa, o presidente do Conselho da Associação, Joubert Fortes Flores Filho, também avaliou os projetos de mobilidade sobre trilhos que estão sendo desenvolvidos para atender a demanda a ser provocada pelos jogos da Copa do Mundo de 2014.

Embora apenas dois dos projetos – entre cinco prioritários – ainda tenham poucas chances de ser concluídos a tempo da Copa (o Veículo Leve sobre Trilhos de Fortaleza - CE e o de Cuiabá - MT), o dirigente acredita que haverá condições de transportar no ano que vem todo o público demandante durante a competição.

Também participaram da entrevista coletiva Conrado Grava de Souza, Diretor de Planejamento da ANPTrilhos, Rodrigo Otaviano Vilaça, Diretor Executivo e Vicente Abate, Diretor Comercial, além de Roberta Marchesi, Gerente Executiva da entidade.

A seguir, as principais constatações do Balanço da ANPTrilhos:

- O Brasil transportou em trens e metrôs 2,6 bilhões passageiros em 2012. Esse total representa um crescimento de 8% em relação ao ano de 2011. A previsão para 2013 é de que esse número seja 10% superior;
- Trens e metrôs transportaram, em 2012, 9 milhões de passageiros diariamente, um crescimento de 3,8% em relação ao número de passageiros diários que utilizavam os sistemas em 2011;
- O crescimento da malha ferroviária de passageiros não acompanhou o crescimento da demanda. Nenhum novo sistema de transporte de passageiros sobre trilhos foi implantado no Brasil desde 2010. O aumento inexpressivo da rede foi de apenas 3,2% em 2012, em comparação com 2011;
- Isso demonstra que o setor transporta uma quantidade de usuários no limite de sua capacidade o que, por consequência, explica os altos níveis de lotação dos principais sistemas. O sistema de transporte sobre trilhos não contribuiu, em 2012, para o aumento da inclusão social daqueles que ainda hoje não têm acesso a um sistema de transporte de qualidade. A participação do sistema sobre trilhos ocupa apenas 3,8% de participação na matriz de transporte urbano. Segundo a ANPTrilhos, é necessário ampliar os investimentos nesse setor;
- O País continua com 15 sistemas urbanos de transporte de passageiros sobre trilhos, implantados em 11 Estados. Atualmente, esses sistemas cobrem menos do que 45% dos Estados Brasileiros;
- O sistema de transporte de passageiros sobre trilhos totalizou em 2012 1.028 km de extensão, divididos em 38 linhas, 491 estações e uma frota de 3919 carros;
- Entre 2011 e 2012 também não houve investimentos significativos na acessibilidade do cidadão. Se for considerada a linha Sul do metrô de Fortaleza, inaugurada em junho/2012, verifica-se que apenas essa nova linha entrou em operação, com suas 20 estações e mais 4 estações foram inauguradas em outras linhas existentes;
- Apesar do aumento da rede de 3,2% em 2012, o consumo energético permaneceu praticamente o mesmo de 2011 (1,8 GWH), representando cerca de 0,5% do consumo total energético do País – isso demonstra um claro esforço do setor para aumentar sua eficiência energética. Diversas operadoras investiram na modernização de seus sistemas e de sua frota;
- Para efeito de comparação, considerando os padrões dos diversos sistemas de transporte no mundo, os sistemas sobre trilhos chegam a emitir cerca de 60% menos gases de efeito estufa (GEE) que os automóveis e 40% menos que os ônibus;
- Outra comparação é sobre a capacidade de transporte de passageiros: uma única linha implantada de metrô, por exemplo, é capaz de transportar cerca de 60 mil passageiros por hora/sentido. Já, o automóvel e o ônibus têm capacidade de apenas 1,8 mil e 5,4 mil passageiros, respectivamente;
- Dessa forma, nos centros urbanos onde há sistemas metroferroviários de passageiros implantados, há cerca de 1 milhão de automóveis e mais de 14.000 ônibus fora de circulação por dia, com benefícios diretos e indiretos ao trânsito, emissão de gases, entre outros, como redução do tempo de deslocamento da população e do consumo de combustíveis e também de acidentes no trânsito.

COPA DAS CONFEDERAÇÕES
- Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza e Recife sediarão os jogos. Uma das grandes preocupações é o atendimento ao grande número de turistas que circularão pelos sistemas. Nesse sentido, alguns operadores já estão oferecendo cursos de inglês para seus colaboradores, em especial àqueles que atendem diretamente ao público. O objetivo é que eles possam instruir os turistas com relação à compra de passagens, acesso aos sistemas e horários;
- Outra preocupação dos operadores é com relação à segurança e inteligência. As empresas já realizam normalmente simulações de emergência com os bombeiros, mas os operadores vão intensificar esse programa em função dos grandes jogos, incluindo também a polícia militar nessas simulações.

PROJETOS METROFERROVIÁRIOS PARA A COPA DO MUNDO DE FUTEBOL
- Com relação às obras de mobilidade sobre trilhos para atendimento à Copa do Mundo de Futebol da FIFA de 2014, foram estabelecidas como metas a implantação de cinco projetos prioritários;
- Dos cinco projetos prioritários, três foram retirados da matriz de responsabilidade do governo e não ficarão prontos para a Copa. São eles: VLT de Brasília/DF; monotrilho de São Paulo/SP (linha 17) e monotrilho de Manaus/AM. Quanto aos outros dois, o VLT de Cuiabá enfrenta problemas com o Ministério Público e a Justiça Federal e é pouco provável que fique pronto até a Copa, assim como o VLT de Fortaleza onde há problemas na desapropriação de áreas essenciais para a passagem da via;

BRASIL PRECISA MELHORAR GESTÃO DE PROJETOS
- O Brasil ainda precisa desenvolver sua capacidade de gestão de projetos para que possa tornar concretas as obras de infraestrutura previstas. Mesmo que fora do prazo, os projetos já previstos não devem ser abandonados e devemos preservar para que se concretizem e atendam à sua grande função social que é garantir a mobilidade do cidadão em nossas cidades;
- Com 22 projetos bastante adiantados, grande parte já em licitação/execução, o Brasil pode vir a dobrar sua malha metroferroviária de passageiros até 2018. São 1.136km em novos projetos de trilhos, que incluem metrôs, VLT, monotrilho e trens regionais;
- Atualmente, no Brasil, há 63 médias e grandes regiões metropolitanas e só doze delas possuem algum tipo de sistema de transporte de passageiros sobre trilhos. Dada a atual taxa média de crescimento da população brasileira, até 2016 mais oito regiões se integrarão a esse rol;
- A ANPTrilhos trabalhando de forma integrada com entidades, operadores dos sistemas e com a indústria metroferroviária, defende, como ponto central, a ampliação do investimento no setor.

PROJETOS COM POTENCIAL PARA OPERAÇÃO ATÉ 2018

METRÔ
CE Implantação da Linha Sul do Metrô de Fortaleza - 24,1 km
CE Implantação da Linha Leste do Metrô de Fortaleza – 13 km
BA Implantação da Linha Lapa a Pirajá (Linha 1) do Metrô de Salvador – 12 km
BA Implantação da Linha Bonocô ao Aeroporto (linha 2) do Metrô de Salvador – 20 km
PE Ampliação das linhas Sul e Centro do Metrô de Recife - 57,5 km
MG Implantação da Linha 2 do Metrô de Belo Horizonte – 10 km
MG Implantação da Linha 3 do Metrô de Belo Horizonte – 4,5 km
RJ Implantação da Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro - 14 km
SP Implantação da Linha 6 do Metrô de São Paulo – 34,6 km
SP Extensão da Linha 5-Lilás do Metrô de São Paulo - 11,9 km
SP Extensão da Linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo – 3,9 km
SP Extensão da Linha 2-Verde do Metrô de São Paulo – 10,1 km
SP Extensão da Linha 8 da CPTM – 6,3 km
PR Implantação da Linha 1 do Metrô de Curitiba – 14,2 km
RS Implantação da Linha 1 do Metrô de Porto Alegre - 14,9 km

VLT
CE VLT de Fortaleza – 12,7 km
CE VLT Sobral - 11 km
DF VLT de Brasília - 6,4 km
GO VLT de Goiânia – 13,2 km
MT VLT de Cuiabá - 22,2 km
PB VLT de João Pessoa - 30 km
PE VLT Recife - 30 km
RJ VLT área central e portuária do Rio de Janeiro - 28 km
RN VLT de Natal - 56 km
SP VLT de Baixada Santista - 15 km
SP VLT São José dos Campos - 94 km

MONOTRILHO
AM Monotrilho de Manaus - 20,2 km
SP Monotrilho de São Paulo (Linha 15 - Prata) – 22,2 km
SP Monotrilho de São Paulo (Linha17 - Ouro) – 14,3 km
SP Monotrilho de São Paulo (Linha 18-Bronze) - 14,3 km

TRENS REGIONAIS
DF Trem Brasília-Goiânia - 200 km
SP Projeto Trens Intercidades - 432 km
Associados ANPTrilhos

Operadores privados: Metrô Rio; SuperVia Concessionária de Transporte Ferroviário S.A.
Operadores públicos: Trensurb - Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre; CBTU – Companhia Brasileira de Trens Urbanos; Metrô São Paulo - Companhia do Metropolitano de São Paulo; CPTM - Companhia Paulista de Trens Metropolitanos; Metrô DF – Companhia do Metropolitano do Distrito Federal
Empresas: Alstom Brasil Energia e Transporte; Bombardier Transportation Brasil; CAF - Construcciones y Auxiliar de Ferrocarriles; Grupo MPE – Montagens e Projetos Especiais S/A; IAT Fixações Elásticas Ltda.; Siemens Brasil; T´TRANS– Trans Sistemas de Transportes S.A.
Associações: ABIFER – Associação Brasileira da Indústria Ferroviária; ABOTTC – Associação Brasileira das Operadoras de Trens Turísticos Culturais; ANTF – Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários.

A ANPTrilhos é vinculada à Confederação Nacional do Transporte (CNT), entidade que apoia e defende todo o setor de transportes do Brasil
Diretoria ANPTrilhos

Presidente do Conselho: Joubert Flores Filho
Diretor Técnico: João Gouveia Ferrão Neto
Diretor Institucional e de Sustentabilidade: Sávio Luis Ferreira Neves Filho
Diretor Executivo: Rodrigo Otaviano Vilaça
Diretor Comercial: Vicente Abate
Diretor de Planejamento: Conrado Grava de Souza
Gerente Executiva: Roberta Marchesi

TAV Rio - São Paulo

Fonte: 

Correios, BB Banco de Investimentos S.A., Funcef, Petros e Caixa Econômica Federal (CEF) anunciaram que pretendem participar da licitação do Trem de Alta Velocidade brasileiro que ligará Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas. As cartas de intenções dos fundos foram disponibilizadas no site da ANTT .
O ofício da Empresa de Correios e Telégrafos diz que a empresa “intenciona” participar do projeto “através de associação com os vencedores das licitações”.

Já os fundos BB Banco de Investimentos S.A., Funcef, Petros e CEF anunciaram em conjunto que poderão em conjunto deter até 49% do capital social da Socidade de Propósitos Específicos (SPEs) ou holdings empreendedores do projeto. O interesse deles também em associação com os vencedores das licitações.

Após as informações divulgadas na semana passada que a entrega das propostas do TAV Rio-São Paulo-Campinas seria adiada, o diretor-geral da ANTT, Jorge Bastos, reafirmou que o recebimento das propostas acontecerá na Bovespa , em São Paulo, no dia 16 de agosto, entre 9h e 14h.  A ANTT avaliará as propostas e o leilão, com a abertura das propostas economicas qualificadas, está marcado para 19 de setembro, às 14h, também na Bovespa.

É esperada a participação de pelo menos dois consórcios, o francês SNCF/Alstom, que contratou o banco Morgan Stanley para apoia-lo, e o consórcio espanhol ,  com Renfe, Adif, Talgo, Bombardier Indra, Ineco e Invensys. 

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Metrô de São Paulo

Fonte: ESTADAO.COM.BR

Estação Santa Cecília sentiu reflexos  do incidente e ficou lotada - João Paulo Carvalho/AE

SÃO PAULO - Por causa do descarrilamento do vagão de um trem da Linha 3-Vermelha do Metrô na manhã desta segunda-feira, 5, passageiros têm de enfrentar filas de mais de cem metros só para passar pelas catracas em alguns locais. Os trajetos estão sendo feitos com velocidade reduzida.
O Metrô recomenda que usuários não utilizem a linha vermelha para voltar para casa. Como alternativa, a indicação é a utilização de linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). O problema foi causado pelo descarrilamento de um jogo de rodas próximo à estação Barra-Funda, às 11h53, e os passageiros foram retirados por funcionários pela passarela de emergência. Não houve feridos.
Entre as estações Santa Cecília e Barra Funda, os trens nos dois sentidos passaram a revezar em uma via única. Em algumas estações, como na Santa Cecília, houve bloqueios para contenção de fluxo. Quem não tinha outra opção teve de ter paciência. A reportagem do Estado passou 21 minutos só para chegar até a catraca. Na plataforma, era necessário aguardar ainda mais até se conseguir entrar no trem.
"Faz mais de meia hora que estou na fila e a catraca ainda está longe. Isso aqui quebra mais que linha de agulha", reclamou o operador Heldon Freire, de 40 anos, por volta das 18h na Estação Barra Funda.
O Metrô informou que "instaurou sindicância interna, com prazo de até 30 dias, para apurar as causas do acidente".
Na sexta-feira, 2, o último vagão de um trem da Linha 7 também descarrilou entre as Estações Piqueri e Pirituba, na zona norte da cidade. Segundo a CPTM, o carro estava praticamente vazio e ninguém ficou ferido.

VLT de Cuiabá

Fonte: http://www.24horasnews.com.br/


O Consórcio VLT Cuiabá - Várzea Grande iniciou a construção de mais uma obra necessária para a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). A trincheira Luís Felipe está em construção na Avenida do CPA, próximo à rua de mesmo nome, e ao viaduto da Sefaz. As equipes de engenharia deram início às atividades há três semanas, com a locação topográfica e remoção de interferências (redes de fibra ótica e água) e execução de travessias na região.
Para dar início às obras civis, começando pela fundação da trincheira, a partir desta segunda-feira, 5,  teve início uma leve intervenção no trânsito (no sentido Centro-CPA), com a interdição de uma faixa de rolamento junto à calçada, para o cravamento das estacas (fundação). A faixa foi bloqueada num trecho de aproximadamente um quilômetro, entre as proximidades da Avenida Senegal (que dá acesso ao bairro Terra Nova) e a rotatória perto do supermercado Comper.
A trincheira Luiz Felipe terá 340 metros de extensão por 32 metros de largura. Será constituída da via permanente, para passagem do VLT, e três faixas de rolamento por sentido, para tráfego geral dos veículos. Sobre a trincheira será construída uma rotatória que será usada para conversão e acesso à rua Luiz Felipe - sentido Rodoviária de Cuiabá -, e em direção ao bairro Terra Nova.
Inicialmente, cerca de 40 pessoas vão trabalhar nas atividades de remoção de interferências e execução da fundação da trincheira, número que será ampliado com o avanço da construção. Nesta primeira fase das obras não será necessária implantação de rota alternativa, apenas o estreitamento da pista. Com a evolução das atividades nessa frente de obras será preciso adotar uma rota de desvio para o trânsito.
Também na Avenida do CPA teve início no último sábado, 3, a remoção dos canteiros centrais para as atividades relacionadas à implantação da via permanente do VLT. O primeiro trecho em obras está localizado entre o Crea (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) e o viaduto da Miguel Sutil. Outras atividades realizadas ao longo da avenida são de remoção de interferências e execução de travessias para transferência da rede de água.