sexta-feira, 16 de agosto de 2013

VLT de Cuiabá

Fonte: Diário de Cuiabá

Após visitar as fábricas da CAF de Irún e Beasain para a liberação dos primeiros VLTs para o embarque rumo ao Brasil, o secretário da Secopa, Maurício Guimarães, conheceu o funcionamento do sistema de transporte em Zaragoza, Espanha. Concluído em abril de 2013, o Veiculo Leve sobre Trilhos de Zaragoza servirá como referência para a operação do VLT em Mato Grosso. 

Contando com mais de 12 km de extensão, 21 veículos, três subestações de energia e 300 câmeras de segurança, o VLT espanhol recebeu no último mês mais de 90 mil passageiros por dia. A previsão é que, com o fim das férias escolares, esse número aumente em mais 10 mil passageiros, somando 100 mil usuários/dia.

No VLT Cuiabá – Várzea Grande, mais de mil câmeras e duas ilhas de captação de imagens estão no contrato, além da instalação de outros equipamentos que vão garantir segurança e conforto à população. 

De acordo com o secretário da Copa, a visita serviu para exemplificar e ajudar na finalização do plano de operação do VLT de Cuiabá e Várzea Grande. 

Cartel

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/08/presidente-do-cade-diz-que-caso-de-cartel-e-prioridade-e-nega-foco-politico.html

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Encontro Internacional de Manutenção Ferroviária discute implantação do VLT em João Pessoa

Fonte: Paraíba Total


O Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) que será implantado na Capital em 2014 será um dos temas a ser discutido no encontro internacional de manutenção ferroviária que acontecerá no período de 14 a 16 deste mês, no Ouro Branco Praia Hotel, em João Pessoa. A 35ª reunião do Grupo Permanente de Auto-ajuda em Manutenção Metroferroviária (GPAA) contará com a participação de mais de 70 técnicos, representantes de 15 operadoras metroferroviárias do Brasil, bem como da Latinoamericana, Metrovia Buenos Aires, que opera cinco linhas capital Argentina, e Metrô de Lisboa, de Portugal.
Os técnicos e especialistas em ferrovia vão discutir ainda em João Pessoa a ferroLogística da Manutenção; Oficinasde Manutenção; Manutenção da Construção Civil e Rede Aérea. Esse evento tem como objetivo abrir o leque de informações e ações que já foram ou estão sendo implementados em alguns metrôs e expandir a sua utilização com a finalidade de melhorar o desempenho dos trens no país e em países parceiros.
De acordo com um dos idealizadores do GPAA, o engenheiro Ricardo Torsani, da CBTU em Belo Horizonte, todo esse trabalho é voltado para otimizar a logística da ferrovia e proporcionar melhorias para os usuários. “A finalidade das nossas reuniões é proporcionar para a população mais segurança nos deslocamentos, maior disponibilidade e oferta de trens, maior regularidade nos intervalos entre viagens, padronização das rotinas de manutenção, entre outros resultados positivos que impactam diretamente na rotina das pessoas, embora passem despercebidos no dia a dia”, afirma.
Em 13 anos de existência, o GPAA tem avançado e consolidado o fórum de debates onde se promove em tempo real a troca de experiências e conhecimentos técnicos. “Acredito também que o GPAA tem hoje um papel importante na busca de ampliar a integração entre todas as operadoras e seus fornecedores, compartilhando soluções de problemas e dificuldades no âmbito da manutenção metroferroviária. Vale destacar ainda que o GPAA é recorrentemente consultado por grandes operadoras nacionais e internacionais como o Metrô de São Paulo, Metrô Rio, Via Quatro, Metrô de Santiago, Metrovias Buenos Aires, entre outras, o que reforça a posição que este grupo ocupa no cenário metroferroviário nacional e até no exterior”, revela.
Segundo Torsani, sempre que consultado, o GPAA procura viabilizar soluções que são prontamente compartilhadas, e isso é o que torna esse fórum um espaço de conhecimento importante para o dia a dia tanto das operadoras quanto dos usuários de sistemas metroferroviários.
Participam da reunião, técnicos da CBTU por intermédio da Administração Central, do Rio de Janeiro, e das Superintendências em Belo Horizonte, Recife, João Pessoa, Maceió e Natal; Central (Rio de Janeiro); CTS (Salvador); CMTP (Teresina); CPTM (São Paulo); Metrô DF (Brasília), Metrô For (Fortaleza), Metrô Rio (Rio De Janeiro), Metrô SP (São Paulo), Supervia (Rio De Janeiro), Via Quatro (São Paulo) e Metrovias (Buenos Aires). Patrocinam o encontro, as empresas Alstom, Euroar, Empretec, Emme2, Technomaster, Orbe Brasil, Iasa, Sergomel.
VLT na Capital
Oito composições de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) formadas por três carros de passageiros já estão sendo fabricados na cidade de Barbalha, no interior do Ceará, pela Bom Sinal, empresa vencedora da licitação  realizada pela CBTU. Esses trens novos – a melhor alternativa já comprovada para resolver os problemas de mobilidade da população no mundo – chegam para colocar a capital paraibana na modernidade do transporte público.
O VLT de João Pessoa terá facilidade de integração aos sistemas de transportes existentes (ônibus e Vans), atende às normas internacionais de veículos ferroviários, possui ar condicionado total, duas cabines de comando permitindo operar em monovia, baixo potencial poluidor e baixo consumo de biodiesel e com capacidade para transportar 562 passageiros por viagem. Ele vai substituir os atuais trens antigos que funcionam há cerca de 60 anos.
Foram investidos cerca de R$ 30 milhões em diversas obras. Na fabricação do VLT, o a CBTU através do Ministério das Cidades, dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC - Equipamentos) está investindo cerca de R$ 96 milhões. A meta é que até a realização da Copa do Mundo de Futebol, em 2014, o VLT esteja em plena atividade.
O estudo técnico da CBTU projeta um crescimento no número de usuários transportados com a chegada do VLT. Estima-se um salto dos atuais 8 mil/dia para aproximadamente 30 mil/dia. Os intervalos entre as viagens também diminuirão de uma hora para 20 minutos a 30 minutos.
A CBTU, com investimentos do Governo Federal, já implantou o VLT no Recife (PE) e Maceió (AL) e quer implantar até o ano que vem os trens de Natal (RN) e de João Pessoa (PB). A direção da Companhia, ligada Ministério das Cidades, busca fortalecer todos os sistemas para dar continuidade à política de mobilidade social. Atualmente a CBTU também presta assessoria técnica à implantação dos metrôs de Salvador e Fortaleza.

TAV RIo - São Paulo

Fonte: G1

A data do leilão de concessão do trem-bala, que ligará Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, não acontecerá mais no dia 19 de setembro, informaram nesta segunda-feira (12) oministro dos Transportes, César Borges, e o diretor-presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo.
O cronograma anterior, que já não tem mais validade, determinava que a entrega das propostas pelas empresas interessadas deveria acontecer na próxima sexta-feira (16).
Novo leilão em, pelo menos, um ano
Segundo o ministro César Borges e o presidente da EPL, o leilão do trem-bala, que o governo tenta realizar desde o final de 2010 e que já teve seu cronograma adiado por diversas vezes,  foi remarcado para acontecer em, pelo menos, de um ano em diante a partir de agora. Uma nova data formal, porém, ainda não foi definida.
César Borges acrescentou que a previsão de colocar o trem-bala em operação até o ano de 2020 continua mantida. "E também o entendimento de que é importante para o país a existência desse projeto que vai viabilizar a capacidade de mobilidade interurbana entre pólos demandadores emissores de passageiros", acrescentou ele."Depois de muitas conversas e entendimentos com os prováveis participantes, sentimos que o certame caminhava para apenas um participante. E os outros prováveis participantes, concorrentes, solicitavam o adiamento do processo. Solciitaram mais tempo para formar seus consórcios", afirmou o ministro dos Transportes.
Taxa de retorno ao investidor
No início do mês passado, a Empresa de Planejamento e Logística (EPL) informou que ataxa interna de retorno para investidores no projeto do primeiro trem-bala brasileiro subiu de 6,32% para 7%. Já a previsão para a taxa de retorno para os acionistas da concessionária subiu de 11,57% para 13,56% ao ano.
"Poderá haver aperfeiçoamento de edital. Não há solicitações de mudança, mas não vamos garantir. Daqui a um ano, o que vier para assegurar e dar segurança ao processo, poderá acontecer", afirmou o ministro dos Transportes.
O diretor-presidente da EPL, Bernardo Figueiredo, declarou que o leilão não foi adiado novamente por falta de interesse das empresas no projeto, mas sim porque o projeto passou a ser "mais atrativo". "Têm mais empresas que querem participar e estamos proporcionando a possibilidade de que elas tenham oportunidade de participar. Não há dúvida sobre a atratividade e interesse do projeto", declarou ele.
Leilão do trem-bala
O leilão do trem-bala deveria ter ocorrido, inicialmente, em dezembro de 2010, mas a licitação acabou sendo adiada para abril de 2011 e depois para julho daquele ano. Como nenhuma empresa ou consórcio entregou proposta naquela ocasião, o governo mudou o modelo da licitação, e decidiu dividir o projeto em duas partes: uma para contratar a empresa que vai fornecer a tecnologia e outra para contratar a infraestrutura do projeto (trilhos, estações, etc).
De acordo com o modelo proposto, leva a concessão do trem-bala a empresa que oferecer o maior valor de outorga – valor pago à União pelo direito de explorar o serviço.
O trem brasileiro terá que trafegar a 300 km/h no trecho entre São Paulo e Rio de Janeiro - que terá que ser percorrido em, no máximo, 99 minutos.