quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Trem Bala Rio - São Paulo

Fonte : Agência T1


A Empresa de Planejamento e Logística (EPL) pretende lançar, até o fim deste mês, edital para a contratação de uma empresa responsável por coordenar o projeto executivo de engenharia do trem de alta velocidade (TAV) entre o Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas.

 A empresa será uma “integradora” dos diversos estudos que serão feitos para a construção do trem-bala, como as investigações geológicas, nas palavras do presidente da EPL, Bernardo Figueiredo. Com o projeto executivo, que deverá ficar pronto em um ano, o governo saberá o quanto custará o primeiro trem-bala brasileiro.

Monotrilhos

Fonte : 


No dia 28, o grupo MPE, em sociedade com um grupo da Malásia, inaugura em Santa Cruz, no Rio, a fábrica que produzirá os trens que circularão em dois monotrilhos de Manaus e no que fará a ligação entre o aeroporto de Congonhas e o bairro do Morumbi, em São Paulo.

O monotrilho é mais estreito que os trens convencionais de superfície ou do metrô. Geralmente circula em estruturas elevadas. Por não exigirem tanto espaço, essas estruturas muitas vezes podem ser assentadas sobre vias já existentes, evitando-se desapropriações.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Ferrovias - Licitações

Fonte: Agência Brasil


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou nesta terça-feira (5) que a previsão do governo é que até o final deste semestre todas as licitações de ferrovias estejam feitas. "Daqui a um mês, começaremos a fazer todos os leilões", disse Mantega durante o fórum Infraestrutura e Energia no Brasil: Projetos, Financiamentos e Oportunidades, na capital paulista.

O ministro destacou a importância de o Brasil construir uma extensa agenda de investimentos, “fundamental para viabilizar o crescimento sustentável do país”. Ele anunciou durante o evento um novo modelo de concessão de rodovias para atrair investimentos.

Mantega reforçou que existe uma correlação forte entre investimento e crescimento. Por isso, defendeu o esforço do setor público no investimento direto, ampliado nos últimos anos. “Mas não é suficiente para [o país] deslanchar”, disse.

Na presença dos empresários, Mantega defendeu que o país traz condições favoráveis para os investimentos na área de infraestrutura, já que tem, atualmente, seus principais gastos sob controle ou estacionados.

“O Brasil reúne condições para ter crescimento sustentável: tem bases sólidas, fundamento fiscal e política fiscal sólidas, buscando superávits primários fortes, mantendo a redução da dívida pública, mesmo no período de crise”, disse.

VLT de Santos

Fonte : 


O governo de São Paulo se prepara para tirar do papel uma demanda histórica da Baixada Santista: a integração viária da região, que reúne nove cidades e 1,6 milhão de habitantes. A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU), controlada pelo governo paulista, prevê lançar em maio o edital de concessão do Sistema Integrado Metropolitano, conhecido como SIM.

O projeto integrará a região por meio do Veículo Leve sobre Trilhos (espécie de metrô de superfície) e da racionalização do sistema de transporte intermunicipal por ônibus. A licitação está orçada preliminarmente em R$ 7,5 bilhões. "O valor pode mudar, pois a modelagem financeira ainda não está definida", diz o diretor-presidente da EMTU, Joaquim Lopes da Silva Júnior. A exploração da nova rede de transporte coletivo metropolitano será feita por meio de Parceria Público-Privada (PPP).

Quando pronto, o VLT terá 35,6 quilômetros (pouco mais que metade da rede do metrô de São Paulo). Atualmente já existe uma licitação em curso para construção da primeira etapa do VLT, o chamado trecho prioritário, de 17 km. Quem ganhar a licitação do SIM terminará de construir o VLT e fará sua operação junto com a do novo sistema de ônibus metropolitano. No caso dos ônibus, a concessão vai prever a alteração de linhas sobrepostas, a integração com o VLT e a renovação da frota, substituindo os contratos atuais. "Os atuais contratos de permissão são precários", explica Silva Júnior.

Se o cronograma não atrasar, o contrato com a EMTU será assinado em novembro deste ano. A estimativa é que circulem 246 mil passageiros por dia útil no SIM.

A falta de alternativas à mobilidade é um dos principais gargalos da Baixada, que não tem oferta de transporte público coletivo de qualidade. Conforme a pesquisa origem-destino da Região Metropolitana da Baixada Santista de 2007, feita pelo governo de São Paulo, os principais motivos de viagens feitas na Baixada Santista são relacionados a demandas fundamentais: 49% dos deslocamentos são em função de trabalho e 40%, de estudo. Quase metade das viagens na região é feita de forma não motorizada (a pé ou de bicicleta). Somente Santos e São Vicente respondem por 50% do total de pouco mais de 2 milhões de viagens diárias.

O traçado do VLT ligará as cidades de Praia Grande, São Vicente e Santos. Um dos ramais em Santos desembocará no porto, perto de onde será construído o túnel submerso, que conectará a cidade a Guarujá, outra obra que será licitada pelo governo. O túnel, que deve custar cerca de R$ 1,3 bilhão, terá área para passagem de uma futura extensão do ramal do VLT. A construção começa no próximo ano, estima a estatal Desenvolvimento Rodoviário (Dersa).

Paralelamente, a EMTU está licitando o chamado trecho prioritário do VLT, entre São Vicente e Santos, com 17 km, que será administrado por quem ganhar o gerenciamento do SIM.
O trecho prioritário foi subdividido em dois lotes. Pelo cronograma mais atualizado, as obras do primeiro lote devem começar em março e as do segundo, em junho. A sessão pública de abertura das propostas e a publicação da classificação por preço devem ocorrer ainda neste mês. A conclusão do trecho prioritário está prevista para o primeiro semestre de 2014. O valor é estimado em R$ 900 milhões, montante que inclui projetos e infraestrutura.

Outra licitação já lançada é a da aquisição da frota de 22 trens. A concorrência internacional foi vencida pela Tremvia Santos (consórcio formado pelas empresas Trans Sistemas de Transportes e Vossoloh España). O primeiro veículo chega em maio de 2014. A entrega dos trens será finalizada até abril de 2015. A previsão de custo com as máquinas é de R$ 284,3 milhões.

VLT de Goiania

Fonte : 


O VLT de Goiânia deverá ser licitado ainda este mês. Foi realizada nesta segunda-feira (04/02) uma reunião com representantes da Câmara Deliberativa do Transporte Coletivo da Região Metropolitana de Goiânia e o governador do estado de Goiás, Marconi Perillo. Durante a reunião foi informado que todos os trâmites legais para o lançamento da obra já estavam superados e o edital já pode ser lançado. Durante o encontro, o governador explicou que o edital está agora passando por uma ampla avaliação pelo Tribunal de Contas do Estado.

O VLT ligará os terminais Padre Pelágio e Novo Mundo em um trajeto de pouco mais de 13 quilômetros. A previsão de construção para é de dois anos. A obra está orçada em R$ 1,3 bilhão, recurso proveniente dos governos federal e estadual.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Bombardier - Sistema ERTM na Super Via

Fonte : 


Bombardier inicia testes sistema ERTMS na SuperVia

04/02/2013 - Bombardier

Entrou em fase de testes nos trens da SuperVia o novo sistema de sinalização adquirido pela concessionaria com a Bombardier, empresa líder mundial em tecnologia ferroviária. Em 2011 a Bombardier foi contratada pela SuperVia para o fornecimento de um sistema que vai permitir reduzir para metade o intervalo de circulação entre trens, garantindo total segurança nos 5 ramais da malha ferroviaria metropolitana do Rio de Janeiro, que contempla um total de 225 quilômetros de trilhos e 89 estações. Com o novo sistema será possível oferecer aos passageiros trens a cada 3 minutos no ramal entre as estações Central do Brasil e Deodoro.

O novo sistema de proteção (ATP), conhecido por BOMBARDIER INTERFLO 250 ERTMS de nível 1, o padrão europeu de gerenciamento de tráfego ferroviário, permite gerir automaticamente o intervalo de segurança entre trens e eliminar a falha humana, uma vez que, caso o maquinista ignore uma instrução de parada, dada por um sinal vermelho, ou de redução de velocidade, o sistema atua, frenando automaticamente o trem.

O novo sistema de proteção, associado à funcionalidade do gerenciamento central do tráfego ferroviário, permite controlar a velocidade dos trens em circulação, incrementando assim a capacidade de transporte da linha, e colocando a segurança em um nível máximo.

 “O ATP regula a velocidade do trem e reforça a segurança da circulação, calculando a distância necessária para que as paradas sejam feitas de forma adequada e respeitando os sinais da via férrea. A sinalização atual é segura, mas pretendemos revitalizar o sistema ferroviário do Rio de Janeiro com esse avanço na sinalização. Desta forma, conseguiremos dobrar a capacidade de trens ofertados por ramal e diminuiremos gradativamente o tempo de espera nas plataformas, até chegar à metade do intervalo praticado atualmente”, explica João Gouveia, diretor de Operações da SuperVia, no site na internet da Secretaria de Estado de Transportes do Rio de Janeiro.

A SuperVia escolheu a Bombardier para o fornecimento desse sistema ERTMS, entre outros critérios, pelo fato de a Bombardier ser hoje líder mundial no seu desenvolvimento, as soluções da Bombardier estão em operação ou sendo entregues em mais de 2.500 veículos e 15.000 km de linhas, em 16 países.

A Bombardier é hoje responsável por muitos dos principais sistemas de sinalização do mundo, em redes de metrô e de trens metropolitanos de cidades como Madrid, na Espanha. Londres, na Inglaterra, São Francisco, nos Estados Unidos, Guangzhu, na China, Bombaim, na India, entre muitos outros. No Brasil, a Bombardier se encontra em fase de grande expansão de suas atividades em geral e dos seus sistemas de sinalização em particular.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Invensys

Source: http://www.railway-technology.com/

Invensys- Singapore Downtown Line
Image: The first 4km section of the Singapore Downtown Line will begin commercial operations in October 2013. Photo: courtesy of DIMETRONIC.

Invensys Rail Dimetronic has begun first phase testing on its signalling system for the first 4km section of Singapore's Downtown Line.

Commercial operations on the first phase of the line are expected to start in October 2013, with automatic operations under the supervision and control of the Sirius communications-based train control (CBTC) system.

During trials, the company will use C951 three-car trains, 73 of which are being delivered by China-based Changchun Bombardier Railway Vehicles.

Invensys Rail is supplying Sirius CBTC and Rail 9000 automatic train supervision (ATS) technology, Westrace Mark 2 electronic interlockings and platform screen doors (PSD) for the line under a S$288m ($185m) contract, awarded by the Singapore Land Transport Authority (LTA) in 2008.

"The line is expected to carry more than 500,000 passengers daily in a completely automatic operation."
The entire Downtown Line will have a total length of 42km, 34 stations and two depots, and is being built in three phases to connect the north-western and eastern areas of Singapore to the Central Business District and Marina Bay.

The line is expected to carry more than 500,000 passengers daily in a completely automatic operation.
The company has been testing its signalling technologies on a test track at Changchun in China since 2011 to verify the automation systems; the tests are expected to be completed by the end of January 2013.

Sirius is an automatic train control system that helps reduce the interval between trains to increase the transport capacity of a line.